Ano 1 | nº 109 | 08 de abril de 2026
NOTÍCIAS
Leite spot: valores da primeira quinzena de abril
O mercado de leite spot registrou aumento de preços em todos os estados pesquisados.
O mercado de leite spot intensificou o movimento de alta na primeira quinzena de abril, com elevação das cotações em todos os estados monitorados e avanço mais expressivo em relação ao período anterior. Na média Brasil, o indicador atingiu R$ 3,533/litro, reforçando um ambiente de valorização consistente da matéria-prima. Entre os estados, São Paulo (R$ 3,668/litro) e Minas Gerais (R$ 3,603/litro) lideram os maiores patamares de preço, seguidos por Goiás (R$ 3,560/litro), Santa Catarina (R$ 3,538/litro) e Paraná (R$ 3,503/litro). O Rio Grande do Sul (R$ 3,418/litro), embora ainda com a menor média entre os estados, também registrou avanço relevante no período. Em termos de variação, o principal destaque foi o Paraná, com alta de R$ 0,447/litro, seguido por Santa Catarina (+R$ 0,386/litro), São Paulo (+R$ 0,364/litro), Rio Grande do Sul (+R$ 0,353/litro), Minas Gerais (+R$ 0,323/litro) e Goiás (+R$ 0,282/litro). O movimento disseminado reforça a leitura de um mercado pressionado pela oferta. Segundo os informantes, a menor disponibilidade de leite, já influenciada pela entressafra, tem contribuído para esse movimento. Além disso, a reação mais forte do mercado de muçarela tem intensificado a competitividade pela matéria-prima, com maior presença de indústrias queijeiras nas compras, sustentando o ambiente de alta nas cotações. Esse conjunto de fatores mantém o mercado spot firme e com viés de alta no curto prazo, indicando continuidade da pressão sobre os preços nas próximas semanas.
MILKPOINT
Balança comercial registra aumento das importações de leite em março
O mês de março foi marcado por um aumento expressivo no volume total das importações, que somaram 235,1 milhões de litros em equivalente-leite – alta de 33,3% em relação ao mês anterior e de 31,4% frente a março de 2025.
O mês de março foi marcado por um aumento expressivo no volume total das importações, que somaram 235,1 milhões de litros em equivalente-leite — alta de 33,3% em relação ao mês anterior e de 31,4% frente a março de 2025. Esse movimento reflete, em grande medida, a maior competitividade dos produtos importados em relação aos nacionais, com preços mais atrativos no mercado externo, o que tem incentivado as compras internacionais. No mercado interno, a elevação dos preços de derivados, especialmente da muçarela ao longo de março, contribuiu para ampliar esse diferencial, reforçando a atratividade da importação como alternativa de abastecimento. Os principais movimentos observados nas importações foram: Leite em pó integral (LPI): produto de grande relevância na pauta, apresentou aumento de 29% no volume importado frente a fevereiro; Leite em pó desnatado (LPD): registrou crescimento expressivo, com alta de 51% em relação ao mês anterior; Queijos: apresentaram avanço de 25% no volume importado na comparação mensal; Muçarela: apresentou aumento de 67% frente ao mês anterior. O mês de março registrou déficit de 229,5 milhões de litros em equivalente-leite na balança comercial de lácteos, resultado 34% mais negativo tanto na comparação com o mesmo período de 2025 quanto frente a fevereiro de 2026. Do lado das exportações, houve avanço de 8,9% em relação a fevereiro. No entanto, na comparação anual, os embarques recuaram 26,6%, totalizando 5,6 milhões de litros em equivalente-leite, o que reforça uma menor competitividade do produto brasileiro no mercado internacional. Nas exportações de março, foram observados movimentos distintos entre os principais produtos: Soro de leite: principal item da pauta exportadora brasileira, voltou a apresentar retração, com recuo de 26% no volume embarcado frente a fevereiro; Leite condensado: registrou forte avanço nas exportações, com aumento de 54% no período; Manteiga: apresentou queda de 14% nos embarques em relação ao mês anterior; Iogurtes e outros derivados lácteos: apesar da baixa participação no total exportado, demonstraram crescimento relevante no volume embarcado em março. Diferente do esperado para o período, as importações apresentaram avanço relevante em março, movimento explicado, em grande parte, pela maior competitividade dos produtos importados frente aos nacionais, em um contexto de preços externos mais atrativos e maior movimentação do mercado diante das expectativas de alta. No curto prazo, a tendência é de manutenção das importações em níveis elevados, sustentadas pela recente acomodação dos preços internacionais e por um ambiente de câmbio mais favorável, que segue incentivando a entrada de produtos no país. Por outro lado, ao longo de 2026, a expectativa é de redução no volume importado em relação ao ano anterior. Esse movimento deve ser influenciado principalmente pela manutenção de uma produção interna ainda elevada — em linha com o observado em 2025 — reduzindo a necessidade de complementação via mercado externo.
MILKPOINT
NACIONAL
CCGL distribuiu mais de R$ 30 milhões para produtores de leite associados
Pagamento da bonificação, que estava previsto para 20 de abril, foi antecipado para esta segunda-feira. Atualmente, a CCGL possui 2,6 mil associados
A Cooperativa Central Gaúcha (CCGL) distribuiu mais de R$ 30 milhões entre todos os produtores associados que forneceram leite de forma ininterrupta ao longo do ano de 2025. O pagamento da bonificação, que estava previsto para 20 de abril, foi antecipado para a segunda-feira (6/4). O presidente da CCGL, Caio Vianna, explicou que esta medida reafirma o compromisso da cooperativa, que desde a implantação da indústria sempre distribui sobras diretamente aos produtores. Atualmente, a CCGL possui 2,6 mil associados, que produziram 565 milhões de litros de leite em 2025. Para obter informações adicionais sobre o processo de distribuição, os produtores devem entrar em contato com suas cooperativas.
INTERNACIONAL
Suíça autoriza “buracos artificiais” em queijos tradicionais
Conhecidos no mundo inteiro pelos seus característicos “buracos”, os queijos suíços agora poderão contar com uma ajuda extra para manter a tradição. Isso porque as queijarias do país receberam autorização para criar furos artificiais durante o processo de produção, uma medida que pode parecer inusitada, mas tem explicação científica e histórica.
Conhecidos no mundo inteiro pelos seus característicos “buracos”, os queijos suiços agora poderão contar com uma ajuda extra para manter a tradição. Isso porque as queijarias do país receberam autorização para criar furos artificiais durante o processo de produção, uma medida que pode parecer inusitada, mas tem explicação científica e histórica. Os famosos buracos de queijos como o emmental surgem naturalmente durante a fermentação, quando gases são liberados no interior da massa. Esse processo, no entanto, depende de pequenas partículas presentes no leite cru, como resíduos de feno, que ajudam a formar as cavidades. Com a modernização da produção leiteira e o uso de técnicas mais higiênicas, que reduzem essas micropartículas, os buracos passaram a aparecer cada vez menos. O resultado foi uma mudança no aspecto visual dos queijos, o que preocupou produtores e o próprio mercado, já que os furos fazem parte da identidade do produto. Diante disso, autoridades suíças passaram a permitir que produtores recriem os buracos de forma controlada, garantindo que o queijo mantenha o visual tradicional esperado pelos consumidores. A medida também ajuda a padronizar a produção e preservar o valor comercial dos queijos típicos do país. Apesar da novidade, o sabor e a qualidade do produto não são afetados diretamente pelos furos, já que eles estão mais ligados à estética do que ao gosto. Ainda assim, a decisão levanta debates sobre tradição versus inovação, especialmente em um país onde o queijo é parte importante da cultura e da economia.
Metrópoles
GDT 401º recua e reforça movimento de correção após ciclo de altas
O 401º leilão da Global Dairy Trade (GDT) registrou queda de 3,4% no price index, com a média dos produtos comercializados atingindo USD 4.228/tonelada. O movimento marca uma inflexão após a sequência recente de valorizações, indicando um ajuste mais claro nos preços internacionais dos lácteos.
O 401º leilão da Global Dairy Trade (GDT) registrou queda de 3,4% no price index, com a média dos produtos comercializados atingindo USD 4.228/tonelada. O movimento marca uma inflexão após a sequência recente de valorizações, indicando um ajuste mais claro nos preços internacionais dos lácteos. Entre os derivados, o comportamento foi majoritariamente negativo. A gordura anidra do leite apresentou a maior queda do leilão, recuando 7,1% e sendo negociada a USD 7.027/tonelada, refletindo uma acomodação após fortes valorizações anteriores. O leite em pó desnatado (LPD) também registrou queda de 1,6%, cotado a USD 3.381/tonelada. Já o leite em pó integral (LPI) – principal produto negociado – apresentou leve recuo de 0,7%, sendo comercializado a USD 3.687/tonelada, sinalizando maior estabilidade relativa frente aos demais produtos. Entre os queijos, a muçarela teve queda mais expressiva, de 6,2%, sendo negociada a USD 3.945/tonelada, enquanto o cheddar recuou 3,1%, cotado a USD 4.766/tonelada. A lactose também apresentou leve retração de 0,6%, fechando em USD 1.454/tonelada. A tabela 1 apresenta os preços médios dos derivados ao fim do evento, assim como suas respectivas variações em relação ao leilão anterior. O volume total negociado no leilão somou 16.497 toneladas, representando queda de 15,4% frente ao evento anterior. Como observado no gráfico 3, esse movimento de redução da oferta está relacionado à sazonalidade, já presente nos últimos meses, e refletindo ajustes típicos para este período do ano. Na comparação com o mesmo leilão de 2025, o recuo foi de 6,5%. Na NZX, os futuros de leite em pó integral (WMP) indicam um mercado no curto prazo mais estável, com os contratos atuais de abril, maio e junho praticamente alinhados. Esse movimento reflete uma revisão nas expectativas após especulações de altas observadas nos últimos meses, influenciada por sinais de acomodação da demanda internacional. Apesar da estabilidade entre os vencimentos, houve um recuo importante frente aos contratos cotados na última semana de março. Esta mudança da curva recente reforça um cenário mais cauteloso no curto prazo para o mercado global de lácteos. Para o Brasil, o recuo do GDT traz um sinal importante de curto prazo: o mercado internacional começa a mostrar maior cautela, o que pode limitar novas altas nos preços globais e gerar reflexos no mercado do Mercosul – com potenciais impactos também sobre os preços nacionais. Em conjunto, o cenário aponta para um momento de transição: após uma recuperação rápida, os preços internacionais agora começam a dar sinais de ajuste. Esse movimento ocorre em um contexto em que a demanda segue relativamente estável, sem sinais de enfraquecimento relevante, enquanto a oferta apresenta comportamento sazonal, com a desaceleração da produção em importantes regiões exportadoras. No mercado brasileiro, a dinâmica recente foi semelhante, com recuperação e avanço nos preços ao longo das últimas semanas.
MILKPOINT
ECONOMIA
Dólar tem alta, mas distante da máxima após Paquistão propor cessar-fogo
Dólar à vista encerrou a sessão da terça-feira em leve alta frente ao real
O dólar à vista encerrou a sessão da terça-feira em leve alta frente ao real, distante da máxima observada no dia, por conta do alívio observado no fim das negociações. O movimento se deu após o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, compartilhar nas redes sociais um apelo para um cessar-fogo de duas semanas. Apesar da melhora, o real terminou o dia entre as piores moedas, no ranking diário das 33 mais líquidas. A moeda brasileira esteve ao lado de outras divisas emergentes, como peso colombiano, peso chileno, rupia da Indonésia. Encerradas as negociações do mercado à vista, o dólar comercial registrou valorização de 0,17%, cotado a R$ 5,1549, depois de ter tocado a mínima de R$ 5,1370 e encostado na máxima de R$ 5,1730. Já o euro comercial avançou 0,62%, a R$ 5,9772. No exterior, perto das 17h15, o dólar avançava 0,19% ante o peso colombiano, 0,10% contra a rupia da Indonésia e 0,07% ante o peso chileno. Já o índice DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis outras moedas fortes, exibia queda de 0,36%, aos 99,626 pontos. Desde o começo da sessão o dólar exibiu um viés de valorização frente ao real. Na primeira hora, a divisa americana rondava a estabilidade, testando pequena apreciação. No fim do pregão o dólar voltou a perder força diante da notícia sobre o Paquistão apelar para um cessar-fogo no Oriente Médio de duas semanas, com reabertura do Estreito de Ormuz. Apesar de o real ter ficado entre as piores moedas do dia, a XP aponta, em relatório que, no ano, a moeda brasileira apresenta a melhor performance entre as emergentes. “O real também supera a média dos pares nas janelas de 30 e de 60 dias úteis indicada por esse monitor”, afirmam os estrategistas Victor Scalet e André Buzzini. “A correlação do real com as moedas emergentes também tem estado acima da correlação dos pares entre si.” Considerando janelas de 6 e de 12 meses, os estrategistas apontam que o real está 5,5% e 5,9% mais apreciado do que seria esperado de acordo com o modelo de médio prazo da casa, respectivamente. O banco ING, em análise diária sobre o mercado de câmbio, diz que o fracasso em um acordo de cessar-fogo poderia levar a intensos bombardeios dos EUA e de Israel contra a infraestrutura civil iraniana e a uma provável retaliação do Irã contra alvos equivalentes em seus vizinhos do Golfo, o que faria os preços da energia sofrerem uma nova alta. “Ninguém sabe se o prazo final representa mais uma demonstração de pressão máxima por parte da Casa Branca, mas até que haja notícias de um cessar-fogo, ou talvez um adiamento prolongado do prazo atual, é provável que o dólar continue valorizado”, diz em nota o chefe de mercados do banco, Chris Turner.
VALOR ECONÔMICO
Ibovespa fecha em queda com cautela antes de fim de ultimato dos EUA ao Irã
O Ibovespa fechou em queda, em meio ao sentimento de cautela que dominou os mercados globais ao longo da terça-feira antes do término do prazo dado pelos Estados Unidos para que o Irã aceite um acordo e reabra o Estreito de Ormuz.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,17%, a 187.838,13 pontos, de acordo com dados preliminares, tendo marcado 188.170,92 na máxima e 185.885,25 na mínima do dia. O volume financeiro somava R$23,7 bilhões antes dos ajustes finais.
REUTERS
Brasil tem superávit comercial de US$6,4 bi em março e MDIC vê saldo de US$72,1 bi em 2026
A balança comercial brasileira registrou superávit abaixo do esperado em março, segundo dados divulgados na terça-feira pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), que passou a prever um saldo positivo de US$72,1 bilhões em 2026, próximo ao piso da projeção feita em janeiro.
A nova estimativa do ministério aponta para exportações de US$364,2 bilhões neste ano, ante previsão feita em janeiro de uma banda entre US$340 bilhões e US$380 bilhões. Para as importações, o MDIC espera um valor de US$292,1 bilhões, contra intervalo de US$270 bilhões a US$290 bilhões antes. O aumento no patamar previsto para as importações levou a previsão de saldo no ano para US$72,1 bilhões, contra estimativa feita em janeiro de US$70 bilhões a US$90 bilhões. Em 2025, o país registrou um superávit comercial de US$68,1 bilhões. De acordo com o diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do MDIC, Herlon Brandão, as projeções de importações são afetadas pelo nível da atividade econômica — que tem apresentado resiliência — e os preços internacionais. Segundo ele, eventual permanência de choques de preços de produtos por conta da guerra no Irã pode levar a novas revisões de projeções para a balança. “Sabemos que o cenário internacional tem desafios… mas pelas informações que temos até agora, olhando atividade econômica, taxa de câmbio e consumo, os modelos apontam para esse resultado”, disse. “E por mais que tenha variações, olhando a direção e o patamar (da projeção), observamos um comércio exterior brasileiro relativamente estável e resiliente a crises.” O resultado do mês de março, um superávit de US$6,405 bilhões, ficou abaixo do esperado por economistas em pesquisa da Reuters, que apontava para um superávit de US$7,350 bilhões. O desempenho do mês foi fruto de US$31,603 bilhões em exportações, 10% acima de março de 2025, e US$25,199 bilhões em importações, alta de 20,1% na mesma comparação. Nas exportações, houve alta dos embarques de todos os setores, com destaque para a indústria extrativa, com aumento de 36,4% puxado por alta expressiva na venda de petróleo. Os ganhos foram de 5,4% na indústria de transformação, com vendas maiores de carnes e combustíveis, e de 1,1% na agropecuária, com maiores vendas de soja. Do lado das importações, houve alta de 54,4% na chegada ao país de bens de consumo, 26,5% para bens de capital, 16,2% para combustíveis e 10,4% para bens intermediários. No primeiro trimestre, o país acumulou um superávit comercial de US$14,175 bilhões, acima do saldo positivo de US$9,606 bilhões dos três primeiros meses de 2025.
REUTERS
Exportações de alimentos para países islâmicos crescem mais de 60% e redesenham mapa do comércio exterior brasileiro
O avanço das exportações brasileiras de alimentos industrializados para países islâmicos vem promovendo uma mudança estrutural na geografia do comércio exterior do setor. Mercados como Liga Árabe e Sudeste Asiático registram crescimento acima da média global e já figuram entre os principais destinos da indústria nacional, superando, em dinamismo, mercados tradicionais como União Europeia e Estados Unidos.
Dados da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) mostram que, entre 2020 e 2025, as exportações de alimentos industrializados ampliaram sua participação no faturamento do setor de 19% para 27%. Esse avanço consolida o Brasil como um dos grandes fornecedores globais de alimentos, o chamado “supermercado do mundo”. Os mercados islâmicos estão entre os principais vetores desse avanço. As vendas para a Liga Árabe cresceram 68,6% nos últimos cinco anos, alcançando US$ 10,3 bilhões, enquanto Indonésia (+78,8%), Malásia (+64,9%) e Bangladesh (+64,8%) apresentaram altas expressivas. Em 2025, a Liga Árabe respondeu por 15,4% das exportações brasileiras de alimentos industrializados, consolidando-se como o segundo principal destino do setor, atrás apenas da China. O desempenho reflete a crescente internacionalização da indústria brasileira de alimentos, que passa a produzir desde a origem com foco em exigências, padrões técnicos e demandas do mercado global. Segundo Cleber Sabonaro, gerente de Economia e Inteligência Competitiva da ABIA, o mercado halal se insere nesse movimento como uma plataforma estratégica de acesso a economias em expansão. “Os países islâmicos combinam crescimento populacional, aumento de renda e forte dependência de importações. A indústria brasileira de alimentos reúne escala, eficiência e sistemas sanitários reconhecidos, o que fortalece sua competitividade e amplia oportunidades de longo prazo”, afirma. Sabonaro participa do 1º Fórum Halal Anuga Select Brazil, que acontece de 7 a 9 de abril, no Distrito Anhembi, em São Paulo. O evento reúne líderes e especialistas do mercado halal em painéis e minicursos gratuitos, com certificação e tradução simultânea em Libras, abordando temas como comércio exterior, inovação e tendências globais. A iniciativa se posiciona como uma plataforma estratégica para profissionais e empresas que buscam atualização e inserção em um dos setores que mais crescem no mundo.
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