Ano 1 | nº 134 | 15 de maio de 2026
NOTÍCIAS
Paraná celebra 23 anos do Programa Leite das Crianças
Iniciativa estadual já distribuiu 970 milhões de litros desde 2003 e atendeu 87 mil crianças por dia em 2025, além de envolver 3,2 mil produtores familiares e 36 laticínios.
O Governo do Paraná informou na quinta-feira (14) que o Programa Leite das Crianças (PLC) completa 23 anos de operação. Criada em 2003, a política pública já recebeu R$ 2 bilhões em investimentos e beneficiou cerca de 1,2 milhão de crianças no estado. Em 2025, o programa soma R$ 140 milhões para o atendimento diário de 87 mil crianças de 6 a 36 meses. Instituído pela Lei Estadual nº 16.385/2010, com alterações da Lei nº 16.475/2010 e regulamentado pelo Decreto nº 3.000/2015, o programa é coordenado pela Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) em parceria com as secretarias estaduais da Saúde, da Educação e de Desenvolvimento Social e Família. O público-alvo é formado por famílias com renda per capita de até meio salário-mínimo regional. A distribuição prevê 1 litro diário de leite pasteurizado enriquecido com vitaminas A D e ferro quelato para cada criança atendida.
CANAL RURAL
Competitividade e sanidade são desafios para a exportação de lácteos brasileiros
Dirigente ressaltou que o Brasil possui potencial produtivo
Competitividade e sanidade animal combinadas com políticas públicas serão decisivas para ampliar a presença do leite brasileiro no mercado internacional, defende o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), Guilherme Portella. “Sanidade é condição para exportar, mas competitividade é o que define permanência no mercado”, disse no Seminário de Sanidade em Pecuária Leiteira – Caminhos para a Exportação, realizado na quinta-feira (14/05). Na Fenasul/Expoleite, em Esteio (RS), o dirigente ressaltou que o Brasil possui potencial produtivo para estar entre os grandes players, mas precisa enfrentar gargalos estruturais. “Exportar exige competitividade sistêmica. O futuro do leite brasileiro depende da integração entre produtores, indústria, entidades e governos”, destacou. Portella lembrou que o Rio Grande do Sul é estratégico sendo a terceira maior bacia leiteira do Brasil, com crescimento produtivo anual. Entre 2004 e 2024, a produção gaúcha foi de 2,36 bilhões para 4,03 bilhões de litros por ano, o equivalente a 11,28% da produção nacional e 2,81% do PIB gaúcho, movimentando aproximadamente R$ 19,86 bilhões. Representando o setor da indústria, Portella salientou que é preciso superar desafios como custo logístico, a complexidade tributária, a oscilação cambial, e a necessidade de avanços em escala, tecnologia e assistência técnica, com resposta urgente da União sobre o futuro do Programa Mais Leite Saudável. “Política pública eficiente não é custo, é investimento que se transforma em competitividade”, afirmou, ao chamar atenção ainda para a necessidade de medidas imediatas de proteção do mercado interno frente ao avanço das importações do Mercosul, especialmente de Argentina e Uruguai. Somente entre janeiro e abril de 2026, ingressaram aproximadamente 65 mil toneladas de leite em pó e 18,2 mil toneladas de queijo, volume equivalente a cerca de 709 milhões de litros de leite e a 60 dias da produção gaúcha. O Seminário de Sanidade em Pecuária Leiteira foi realizado no auditório da Casa da Sanidade Animal do Fundesa, no Parque de Exposições Assis Brasil, reunindo representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), setor produtivo, indústria e entidades do segmento lácteo.
AGROLINK
CNA discute investigação de dumping no leite em pó e atualização sanitária da cadeia láctea
Reunião em Brasília tratou do processo sobre importações do Mercosul, da revisão do controle de brucelose e tuberculose e do mercado de leite em 2026
A Comissão Nacional de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) debateu, na quarta-feira (13), em Brasília, temas estratégicos para a cadeia láctea. Entre os principais pontos estiveram a investigação de dumping nas importações de leite em pó da Argentina e do Uruguai, propostas de atualização sanitária do setor e a conjuntura do mercado brasileiro de leite em 2026. Na frente comercial, a CNA avaliou a nota técnica com fatos essenciais publicada pelo Departamento de Defesa Comercial (Decom) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). Segundo o assessor técnico da CNA, Guilherme Dias, o órgão reconheceu avanços relevantes no processo, como a similaridade entre o leite em pó importado e o leite in natura produzido no Brasil. A investigação aponta margens de dumping de até 61,4% para empresas argentinas e de 49,4% para companhias uruguaias, com base nos questionários respondidos pelos próprios exportadores. De acordo com Dias, o ponto ainda pendente é o reconhecimento definitivo do dano ao mercado doméstico e do nexo causal entre as importações e os prejuízos ao setor. O tema deve seguir para análise técnica e para deliberação da Câmara de Comércio Exterior (Camex), em reunião prevista para quarta-feira (28).
CANAL RURAL
EMPRESAS
Produção de leite da Castrolanda ultrapassa 536 milhões de litros em uma década
Em 75 anos de história, a cooperativa ajudou a consolidar um modelo produtivo baseado em conhecimento, cooperação e tecnologia, elementos que hoje colocam a região como referência nacional na produção de leite.
Ao longo das últimas décadas, a produção de leite em Castro, no Paraná, passou por uma transformação profunda. Com crescimento contínuo, a atividade se consolidou como uma das maiores potências leiteiras do Brasil. O que antes era uma produção de menor escala evoluiu para um sistema altamente tecnificado, onde eficiência, qualidade e gestão caminham juntas. Nesse processo, a Castrolanda teve papel central. Em 75 anos de história, a cooperativa ajudou a consolidar um modelo produtivo baseado em conhecimento, cooperação e tecnologia, elementos que hoje colocam a região como referência nacional na produção de leite. A produção leiteira na região de Castro teve início na década de 1950, com a chegada dos imigrantes holandeses, um marco que deu origem a uma atividade que, ao longo das décadas, se transformaria profundamente. Os números ajudam a dimensionar essa evolução. Em 2000, a Castrolanda registrava cerca de 26,6 milhões de litros de leite por ano. Vinte e cinco anos depois, esse volume ultrapassa a marca de 536 milhões de litros, evidenciando uma trajetória de crescimento consistente e estruturado. Na última década, a produção de leite da Castrolanda mais que dobrou, registrando um crescimento de cerca de 119%, passando de 244 milhões de litros, em 2015, para o patamar atual. Segundo Agnaldo Bonfim Brandt, coordenador do Pool Leite, além da expansão orgânica, alguns movimentos específicos também contribuíram para esse avanço ao longo do período. “Teve um salto ali em 2022, que tem explicação, a Castrolanda absorveu produtores de outra cooperativa. Não era muito volume, mas impactou nos números”, explica. Ao longo dessa trajetória, uma mudança importante redesenhou o perfil da produção: menos produtores e maior escala. Ainda assim, Agnaldo reforça que eficiência não está diretamente ligada ao tamanho. “Temos propriedades pequenas muito eficientes. Tudo depende do perfil do produtor e da forma como ele conduz a atividade.” A qualidade do leite acompanha esse avanço produtivo e hoje é um dos principais diferenciais do sistema. “A nossa qualidade é referência. Quando você compara com a média nacional, a gente está muito acima”, destaca Agnaldo. Os indicadores como a Contagem de Células Somáticas (CCS) e Contagem Padrão em Placas (CPP) reforçam esse cenário. A CPP mede a quantidade de bactérias presentes no leite e está diretamente ligada às condições de higiene na ordenha, armazenamento e transporte. Quanto menor esse número, melhor a qualidade sanitária do produto. Enquanto a legislação brasileira permite até 300 mil UFC/mL, a Castrolanda opera em um patamar muito mais rigoroso. Em 2025, a média foi de 8,5 mil. Já a CCS é um indicador da saúde da glândula mamária das vacas, especialmente relacionado à incidência de mastite. Valores mais baixos indicam rebanhos mais saudáveis e melhor qualidade do leite. Em 2025, a média da Castrolanda foi de 196 mil células/mL, mantendo uma trajetória de queda consistente desde 2020, quando o índice era de 229 mil. No Brasil, estudos recentes indicam médias próximas ou superiores a 500 mil células/mL em muitas regiões produtoras, mais que o dobro do registrado na cooperativa. Os índices de sólidos se mantêm estáveis. A gordura permaneceu próxima de 3,7% ao longo dos últimos anos, enquanto a proteína evoluiu de 3,31% em 2020 para 3,36% em 2025. “Quando você aumenta muito o volume, é natural cair um pouco os sólidos. Mas, mesmo assim, a gente mantém níveis muito bons e, em volume total, acaba sendo muito eficiente”, aponta Agnaldo. Para Agnaldo, o desempenho alcançado é resultado direto do perfil dos produtores. “O nosso produtor é muito profissional. Um dos pilares desse sistema é o modelo de pagamento adotado pela cooperativa. “O nosso modelo é ímpar no Brasil. Não tem outra empresa que trabalha da forma que a gente trabalha”, afirma Agnaldo. “O produtor já sabe o preço base e consegue prever quanto vai receber. Isso dá segurança para investir. Além disso, o sistema estimula melhorias contínuas. Se a gente bonifica volume, ele busca volume. Se bonifica sólidos, ele busca qualidade. O produtor responde muito bem a isso”. A eficiência do sistema também aparece na logística do Pool Leite. “A nossa densidade é de 255 litros por quilômetro rodado. Isso é muito acima da média Brasil. Os produtores estão muito concentrados, com volumes grandes e próximos da indústria. Isso facilita muito a operação”. A supervisora da Assistência Técnica da Castrolanda, Letícia Gamarano Pires, ressalta que a qualidade do leite da cooperativa é expressiva e consistente, resultado da integração entre o compromisso dos cooperados em produzir o melhor leite do Brasil e a atuação da assistência técnica, que oferece segurança e suporte em todas as etapas da produção.
A REDE/MILKPOINT
ECONOMIA
Dólar tem correção técnica e fecha abaixo de R$5,00 com cenário político ainda no foco
Após o forte avanço da véspera, o dólar passou por correção técnica e fechou a quinta-feira novamente abaixo dos R$5,00, em meio aos desdobramentos políticos de reportagem ligando o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao ex-dono do banco Master, Daniel Vorcaro, atualmente preso.
O dólar à vista encerrou a sessão com queda de 0,37%, aos R$4,9872. No ano, a divisa dos EUA passou a acumular baixa de 9,14% ante o real. Às 17h02, o dólar futuro para junho — atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — cedia 0,40% na B3, aos R$5,0055. Na quarta-feira, a moeda norte-americana à vista havia avançado 2,27%, aos R$5,0059, após uma reportagem do Intercept Brasil afirmar que Flávio negociou com Vorcaro R$134 milhões para bancar um filme sobre a vida de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe de Estado. Flávio Bolsonaro negou ter cometido qualquer irregularidade em sua relação com Vorcaro, alegando ter buscado recursos privados para um filme sobre a história do pai, sem oferecer qualquer vantagem em troca. Procurada, a defesa de Vorcaro não quis comentar a reportagem do Intercept. Daniel Vorcaro está no centro do escândalo da liquidação do Master, acusado de cometer fraudes bilionárias. Ele negocia atualmente uma proposta de delação premiada que pode atingir parlamentares e outras autoridades. Na manhã da quinta-feira, em nova fase da operação Compliance Zero, a Polícia Federal prendeu Henrique Vorcaro, pai de Daniel. No entanto, após a disparada da véspera, a sessão desta quinta-feira foi de ajustes nas cotações do dólar ante o real. “Depois de o mercado reagir inicialmente ao aumento das incertezas eleitorais e fiscais, levando o dólar novamente acima de R$ 5,00, o câmbio passou a corrigir parte do movimento, acompanhando também um ambiente externo mais favorável”, pontuou no fim da tarde Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, em comentário escrito. No exterior, os investidores seguiram atentos ao noticiário geopolítico. Em Pequim, o presidente dos EUA, Donald Trump, discutiu a guerra contra o Irã com o presidente da China, Xi Jinping, enquanto novos ataques a embarcações foram registrados perto do Estreito de Ormuz.
REUTERS
Ibovespa fecha em alta em dia de recuperação
O Ibovespa fechou em alta na quinta-feira, após três quedas seguidas, com Itaú Unibanco entre os principais suportes, em mais um pregão marcado pela repercussão de resultados corporativos, incluindo os números de Banco do Brasil, CSN e Braskem.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 0,80%, a 178.521,87 pontos, de acordo com dados preliminares, após acumular um declínio de 3,8% nos primeiros pregões da semana, fechando na véspera em uma mínima desde 20 de março. Na máxima da sessão, chegou a 179.475,97 pontos. Na mínima, a 177.103,81 pontos. O volume financeiro somava R$27,48 bilhões antes dos ajustes finais. Wall Street corroborou a recuperação local, assim como o alívio nos rendimentos dos Treasuries e a acomodação do petróleo, um dia após noticiário envolvendo o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) azedar o humor na B3.
REUTERS
Conab: Safra brasileira de grãos pode alcançar recorde e chegar a 358 milhões de toneladas
Impulsionada pelo bom desempenho da soja, do milho e do sorgo, produção pode crescer 1,6% em relação ao ciclo anterior, segundo levantamento da Conab; expectativa é de que a soja atinja marco histórico de 180 milhões de toneladas produzidas
A produção de grãos brasileira está estimada em 358 milhões de toneladas. O volume é 1,6% superior ao obtido na safra passada, o que representa um incremento de 5,7 milhões de toneladas no montante a ser colhido. Os números apontam a expectativa de recorde na safra, impulsionada pelo bom desempenho da soja, do milho e do sorgo, conforme dados apresentados no 8º Levantamento da Safra de Grãos, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) na quinta-feira (14). Projetada em 180,1 milhões de toneladas, a produção de soja deve atingir um marco inédito, superando a previsão anterior em 978 mil toneladas, o equivalente a um ajuste de 0,5%, com 98,3% da área já colhida. Em termos de volume a ser obtido, é esperado um crescimento de 8,6 milhões de toneladas para a oleaginosa em referência à safra 2024/25, o que representa um aumento de 5%, marcando o sétimo crescimento nas últimas dez safras. Destaque também para o milho primeira safra, que voltou a apresentar aumento na área semeada em relação aos últimos anos, o que reflete em uma colheita de aproximadamente 28,5 milhões de toneladas, superando em 3,5 milhões de toneladas a produção anterior, e para o sorgo, que pode chegar a 7,6 milhões de toneladas produzidas. Para o total das três safras do milho, a Companhia estima que seja colhida a segunda maior produção da série histórica, estipulada em 140,2 milhões de toneladas. Em relação ao último levantamento, os dados apontam um ganho de 0,4%, correspondente a 600 mil toneladas. Com 71,5% da área colhida até o início de maio, a primeira safra do cereal registrou um incremento de 1,8% em relação ao levantamento anterior, com alta de 493 mil toneladas. Concluída a semeadura, a 2ª safra deve atingir 108,5 milhões de toneladas, com leve queda de 0,6% em comparação ao ciclo anterior. Nos estados de Goiás e Minas Gerais, essa variação decorre da influência climática sobre a produção e, no panorama nacional, os dados ainda apontam aumento de 2,1% na área plantada. A perspectiva de incremento de até 23,8% para o sorgo está associada ao avanço significativo na área cultivada, uma vez que o cereal, além de ter maior tolerância à deficiência hídrica, apresenta destinação bastante próxima à do milho. A área plantada cresceu em todas as regiões do país, especialmente no Centro-Oeste, com aumento de 50,7%. Maior produtor nacional na safra 2024/25, o estado de Goiás deve ter um ganho de 40,3% na produção, superando o volume de 2,2 milhões de toneladas. “Esse crescimento é explicado pela migração estratégica de áreas originalmente destinadas ao milho. Com o encerramento da janela ideal de semeadura desse cereal, parte dos produtores optou pelo sorgo, considerando sua maior adaptação a janelas de cultivo tardias, em razão da maior tolerância da cultura a períodos de déficit hídrico, além da possibilidade de utilização do grão em diferentes segmentos, como na alimentação animal e produção de etanol”, analisa o gerente de Acompanhamento de Safras da Conab, Fabiano Vasconcellos. A indústria de etanol deve impulsionar o consumo interno do milho, que tende a avançar em 4,6% em relação à temporada passada, estimada em 94,86 milhões de toneladas. A Conab também avalia que as exportações do produto seguirão elevadas, superando o ciclo 2024/25 e podendo alcançar 46,5 milhões de toneladas, o que se deve à boa produção. Ainda assim, o estoque de passagem do cereal no final da atual safra deve ficar próximo a 12,98 milhões de toneladas. Para a soja, as exportações do grão acompanham os números positivos da safra, com estimativa de que os embarques cheguem a 116 milhões de toneladas, crescimento de 7,25% se comparado com a temporada de 2024/25.
CONAB
Taxa de desemprego sobe em 15 das 27 unidades da federação no 1º trimestre
Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e se referem à comparação com os três últimos meses de 2025
Quinze das 27 unidades da federação tiveram alta na taxa de desemprego no primeiro trimestre deste ano, em comparação ao observado no quarto trimestre de 2025, mostram dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) Trimestral, divulgados na quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de desemprego nacional no primeiro trimestre subiu para 6,1%, ante 5,1% do quarto trimestre, como já divulgado pelo IBGE. A taxa de 6,1% é a menor para um quarto trimestre de toda a série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Hoje, o instituto detalha o resultado por unidades da federação. No primeiro trimestre de 2026, a maior taxa de desemprego no país foi registrada no Amapá (10%) e a menor, em Santa Catarina (2,7%). No Estado de São Paulo, o desemprego ficou em 6% no primeiro trimestre, frente a 4,7% no quarto trimestre. No Rio de Janeiro, o desemprego passou de 6,9% no quarto trimestre para 7,3% no primeiro trimestre de 2026. A taxa de desemprego por sexo foi de 5,1% para os homens e 7,3% para as mulheres no primeiro trimestre. Já a taxa de desocupação por cor ou raça se manteve abaixo da média nacional para os brancos (4,9%) e acima para os pretos (7,6%) e pardos (6,8%).
VALOR ECONÔMICO
POWERED BY
EDITORA NORBERTO STAVISKI LTDA
041 99697 8868 (WhatsApp)