Informativo Sindileite 176 15.07.2026

Ano 1 | nº 176 | 15 de julho de 2026

NOTÍCIAS

Exportações de lácteos caem ao menor nível desde 2001

Brasil fecha semestre com déficit recorde em lácteos

O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) informou, em análise semanal divulgada na segunda-feira (13), que a balança comercial brasileira de lácteos encerrou o primeiro semestre de 2026 com o maior déficit da série histórica para o período. Conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), as exportações brasileiras somaram 25,40 milhões de litros em equivalente leite entre janeiro e junho, volume 19,84% inferior ao registrado no mesmo intervalo de 2025 e o menor para um primeiro semestre desde 2001. Na direção oposta, as importações atingiram 1,23 bilhão de litros, crescimento de 14,07% em relação ao ano anterior e o maior volume da série iniciada em 1997. Como resultado desse movimento, o déficit da balança comercial brasileira de lácteos chegou a 1,20 bilhão de litros no primeiro semestre de 2026, o maior já registrado para o período. Segundo o Imea, o desempenho foi influenciado principalmente pela queda das cotações internacionais do leite ao longo do semestre, cenário que aumentou a competitividade dos produtos importados no mercado brasileiro e reduziu a atratividade das exportações nacionais.

AGROLINK

EMBRAPA: BOLETIM CILEITE INDICADORES LEITE E DERIVADOS
Importações recuam em junho, enquanto preços internacionais do leite em pó voltam a cair

A média nacional do preço do leite ao produtor foi de R$ 2,67 por litro em maio de 2026, um crescimento de 0,3% em relação ao mês anterior, e um aumento de 0,9% em relação a maio de 2025. A relação de troca leite/mistura continuou a melhorar em maio de 2026 frente ao mês anterior. Foram necessários 29,9 litros de leite para adquirir 60 kg de mistura. No varejo, o preço médio mensal da cesta de lácteos subiu 0,2% em junho de 2026. A maior alta mensal dos lácteos foi registrada pelo iogurte, que aumentou 0,7%, enquanto leite UHT e manteiga registraram queda de 0,2% e 0,4%, respectivamente. As importações brasileiras de leite e derivados somaram 211 milhões de litros equivalentes no mês de junho de 2026, registrando queda de 4,2% no mês e alta de 35,2% nos últimos 12 meses. As exportações caíram 23,9% em junho de 2026, totalizando 4,4 milhões de litros equivalentes. Em relação a junho de 2025, houve uma queda de 13,0%. No acumulado de 2026, o saldo da balança comercial de lácteos registrou déficit de US$ 519 milhões, correspondente 1.200 milhões de litros de leite equivalente. O preço internacional do leite em pó integral registrou queda de 3,9% em relação ao mês anterior, sendo cotado a US$ 3.507 por tonelada. O leite desnatado caiu 4,7%, sendo cotado a US$ 3.252 por tonelada.

EMBRAPA/CILEITE

EVENTOS

Minas Láctea 2026 começa em Juiz de Fora com expectativa de movimentar R$ 800 milhões

O Minas Láctea 2026, considerado um dos mais importantes eventos técnicos e de negócios da cadeia de laticínios na América Latina, começou na terça-feira (14) e vai até esta quinta-feira (16). Formado por cinco mini eventos, a expectativa é discutir desde assuntos científicos, passando por capacitações, concurso de produtos lácteos até a feira de negócios e equipamentos, que deve movimentar cerca de R$ 800 milhões.

O evento acontece de forma simultânea no Instituto de Laticínios Cândido Tostes (ILCT), em Juiz de Fora, onde estará reunida a parte científica, que conta com o Congresso Nacional de Laticínios, a Semana do Laticinista e o Concurso Nacional de Produtos Lácteos, e no Expominas de Juiz de Fora, onde acontecerá a parte de negócios. Lá estarão a Exposição de Máquinas, Equipamentos, Embalagens e Insumos para a Indústria Laticinista (Expomaq) e a Exposição de Produtos Lácteos (Expolac). Conforme o diretor de Pesquisa e Inovação da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Trazilbo José de Paula Júnior, o Minas Láctea acontece a cada dois anos e é importante para a cadeia laticinista, que tem a oportunidade de conhecer os avanços científicos, as tecnologias, inovação e participar de concursos e investir em máquinas e equipamentos. Um dos momentos mais aguardados é o 48º Concurso Nacional de Produtos Lácteos (CNPL), onde as indústrias laticinistas de diversas partes do País inscrevem produtos para concorrer nas 14 categorias propostas que incluem doce de leite, queijos, requeijão, manteigas, entre outros. A avaliação é feita por 46 juízes, que são profissionais de universidades, indústrias e dos serviços de inspeção federal, estadual e municipal. Todos os produtos passam pelo julgamento que avalia os atributos sensoriais como aspecto global, cor, textura, odor, aroma, consistência e sabor. Na categoria “Produto Lácteo Inovador” são avaliados os atributos aspecto global, criatividade e aceitação. Outro destaque do Minas Láctea 2026 é a 48ª edição da Expomaq, feira que é referência em difusão de tecnologias para leite e derivados e na apresentação de novos produtos, equipamentos e maquinários para o setor. Nesta edição, estarão reunidos cerca de 110 expositores e a expectativa é movimentar R$ 800 milhões em negócios concretizados. “Essa perspectiva considera um aquecimento da demanda que estamos notando em relação à edição anterior, que foi há 2 anos. Este ano, tivemos um recorde de inscrições para o evento, recorde de publicações e na procura por parte dos expositores. Assim, as expectativas são positivas e esperamos receber cerca de 12 mil visitantes ao longo do evento”, explicou Trazilbo. Já na 49ª Expolac, que também integra o Minas Láctea 2026, será possível visitar os stands das indústrias lácteas, onde haverá degustação de produtos e palestras sobre harmonizações de lácteos.  38ª edição do Congresso Nacional de Laticínios (CNL) reunirá as inovações do setor laticinista, onde especialistas em pesquisa e produção de leite e derivados apresentarão visões sobre os temas apresentados, discutindo novas abordagens, tendências e perspectivas para a cadeia produtiva do leite. Os principais especialistas em pesquisa e tecnologia em leite e derivados estarão reunidos na 44ª Semana do Laticinista, que contará com agenda técnica de minicursos. A programação é direcionada a estudantes, professores, pesquisadores e profissionais da indústria do setor de leite e derivados.

DIÁRIO DO COMÉRCIO

ECONOMIA

Dólar fecha no menor nível em um mês sob influência da inflação dos EUA

O dólar fechou a terça-feira em queda no Brasil e novamente abaixo dos R$5,10, na esteira do recuo da moeda norte-americana também no exterior, após dados de inflação dos Estados Unidos em junho ficarem abaixo do esperado.

O dólar à vista encerrou a sessão com queda de 1,12%, aos R$5,0739. Essa é a menor cotação de fechamento desde 15 de junho, quando o dólar atingiu R$5,0666. No ano, a moeda norte-americana passou a acumular baixa de 7,56% ante o real. Às 17h04, o dólar futuro para agosto — atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — cedia 1,15% na B3, aos R$5,1000. O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos recuou 0,4% em junho, conforme o Departamento do Trabalho, mais que a projeção de queda de 0,1% dos economistas consultados em pesquisa da Reuters. Nos 12 meses até junho, o CPI subiu 3,5%, menos que os 3,8% projetados. O núcleo de inflação, que exclui componentes voláteis como alimentos e energia, ficou estável em junho e subiu 2,6% na base anual — menos que os 2,9% anteriores. O CPI foi bem recebido pelos investidores, que reduziram as apostas de que o Federal Reserve subirá sua taxa de referência, hoje na faixa de 3,50% a 3,75%, no fim deste mês. Em reação, o dólar cedeu ante as demais divisas globais, incluindo o real. “O resultado reduz a expectativa de que o Federal Reserve precise elevar os juros no curto prazo. Com uma inflação mais comportada, diminui também a perspectiva de maiores retornos dos títulos do Tesouro americano, o que tende a enfraquecer o dólar frente às demais moedas”, avaliou Lucca Bezzon, analista de Inteligência de Mercado da Stonex. “Mas não vejo fatores para o dólar se manter abaixo de R$5,10. O próprio (boletim) Focus continua projetando um dólar a R$5,20 no fim do ano, e o Focus costuma ser otimista”, opinou Matheus Massote, especialista em câmbio da One Investimentos. Na segunda-feira, o boletim Focus do Banco Central mostrou que a mediana das projeções dos economistas do mercado para o dólar no fim de 2026 está em R$5,20 e no final de 2027 em R$5,28.

REUTERS

Ibovespa fecha em alta com maior apetite a risco após dados fracos de inflação nos EUA

Queda nos juros futuros domésticos impulsiona principal índice da B3

Números abaixo do esperado para o índice de preços ao consumidor (CPI) dos Estados Unidos promoveram um alívio na curva de Treasuries, o que teve reflexo nos juros futuros domésticos e impulsionou a bolsa local. Diante do maior apetite por risco global, os novos ataques entre EUA e Irã ficaram em segundo plano. Na máxima intradiária, o Ibovespa chegou a tocar os 177.179 pontos, mas perdeu força no começo da tarde, em virtude da forte volatilidade de blue chips. No fim do dia, o índice encerrou com ganho de 0,51%, aos 176.641 pontos, distante da mínima de 175.743 pontos. Depois de ultrapassar os US$ 87 o barril na máxima do dia, os preços de petróleo fecharam em alta, mas longe das máximas após o anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que não irá mais aplicar a taxa de 20% sobre a escolta de navios no Estreito de Ormuz. A forte volatilidade nos preços de petróleo ajudou a incrementar as oscilações de ações de petroleiras. Após começar o dia em alta, os papéis da Petrobras terminaram mistos: as PN fecharam no zero a zero, enquanto as ON cederam 0,50%, o que pode indicar venda do papel por parte de investidores estrangeiros. Bancos também encerraram em direções opostas: as ON do Banco do Brasil ficaram no topo das maiores valorizações entre as blue chips, com uma alta de 1,73%. Já as ON da Vale ganharam 1,59%, em um dia de alta forte dos preços de minério de ferro em Dalian, na China. O volume financeiro negociado pelo Ibovespa foi de R$ 16,8 bilhões e de R$ 21,8 bilhões na B3. Em Wall Street, o dia também foi de ganhos. No fim, o Nasdaq subiu 0,90%; o S&P 500 avançou 0,38%; e o Dow Jones fechou estável (+0,02%).

VALOR ECONÔMICO

Após duas altas, produção da agroindústria recua

Dados do FGV Agro mostram reversão de tendência em maio e queda na atividade em 2026. Para FGV, “é preciso observar se o número de maio é um ponto fora da curva ou uma reversão da resiliência que a agroindústria vinha apresentando ao longo dos meses”.

Maio foi um mês “complicado” para a agroindústria do Brasil. A conclusão é do Núcleo de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas (FGV Agro). O PIMAgro, indicador que mede a atividade do setor, caiu 2,8% em comparação com maio do ano passado e 0,2% em relação a abril. “Nas próximas divulgações, é preciso observar se o número de maio é um ponto fora da curva ou uma reversão da resiliência que a agroindústria vinha apresentando ao longo dos meses”, observa o FGV Agro em nota. No comparativo anual, a agroindústria de produtos alimentícios e bebidas teve queda de 3,5%, com desempenho negativo tanto na categoria de alimentos (-3,7%) quanto na de bebidas (-2,6%), mostra o indicador. Entre os alimentos, os de origem vegetal tiveram queda de 6,9%, a primeira desde julho de 2025. Segundo o FGV Agro, houve baixa na produção de itens como óleos e gorduras, arroz, trigo e refino de açúcar. O aumento da produção de café evitou uma retração ainda maior. A produção de alimentos de origem animal caiu 1,5% na comparação com maio do ano passado, efeito da redução de abates de bovinos, suínos, aves e pescados no período. A agroindústria de itens não alimentícios diminuiu sua atividade em 1,8%. O segmento de produtos têxteis teve baixa de 5,6%, com tendência negativa desde outubro de 2025. O de insumos agropecuários caiu 4,5%. “Foi o sétimo mês consecutivo de contração interanual. Em maio, o resultado foi influenciado, principalmente, pela redução da produção de intermediários para fertilizantes, tratores e máquinas e adubos e fertilizantes”, diz o FGV Agro. A indústria de produtos florestais também registrou retração (-3,5%). Por outro lado, as de biocombustíveis cresceram 9,6% e a de fumo, 0,8%. O desempenho da agroindústria em maio deixou o acumulado de 2026 negativo em 0,1% em comparação com o mesmo intervalo do ano passado. É uma reversão de tendência. No primeiro quadrimestre do ano, o setor apontou uma expansão de 0,7% em relação ao intervalo de janeiro a abril de 2025. A categoria de produtos não alimentícios foi determinante para o resultado acumulado de janeiro a maio. A retração de 1,9% pesou mais do que o crescimento da atividade industrial dos produtos alimentícios e bebidas, de 1,3%. A categoria de alimentos sozinha teve alta de 1,3% no período e a de bebidas, de 1,2%.

VALOR ECONÔMICO

Safra de 2026 deve alcançar 347,4 milhões de toneladas, diz IBGE

Arroz, o milho e a soja representam 92,8% da estimativa da produção nacional de grãos. Área a ser colhida para a safra de 2026 ficou em 83,2 milhões de hectares

A safra brasileira de grãos, leguminosas e oleaginosas deve alcançar 347,4 milhões de toneladas em 2026, alta de 0,4% ante 2025. A estimativa é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou na terça-feira (14/7) o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de junho. Ainda segundo o instituto, no entanto, na comparação com a LSPA de maio de 2026, a previsão é 0,8% inferior, um decréscimo de 3 milhões de toneladas. O IBGE informou ainda que a área a ser colhida para a safra de 2026 ficou em 83,2 milhões de hectares, na projeção de junho. Isso significa aumento de 1,9% frente à área colhida em 2025 (crescimento de 1,6 milhão de hectares ante ano anterior); mas sendo 0,1% inferior (decréscimo de 60.985 hectares) ante projeção de maio. O arroz, o milho e a soja, os três principais produtos deste grupo, representam 92,8% da estimativa da produção nacional de grãos, e respondem por 87,4% da área a ser colhida na safra desse ano. Para a soja, a estimativa de produção foi de 174,8 milhões de toneladas. Esse patamar será recorde, caso alcançado, detalhou o instituto, e representa alta de 0,1% ante estimativa anterior, do IBGE, referente a maio. O acréscimo é de 5,3% ante a safra anterior, que foi de 166,1 milhões de toneladas. Quanto ao milho, a estimativa é de 136,5 milhões de toneladas (29,7 milhões de toneladas na 1ª safra e 106,8 milhões de toneladas na 2ª safra). A projeção total é 2,1% inferior à de estimativa anterior, de maio, e 3,7% menor que a safra passada. Para o milho primeira safra, a estimativa é 0,2% abaixo de estimativa anterior, referente a maio, mas 15,6% acima de safra de 2025. Para o milho segunda safra, a projeção é 2,6% inferior, ante LSPA anterior, de maio. Ante a safra passada, a produção do item para esse ano é 7,9% menor, resultado do declínio de 9% no rendimento médio – já que a área, para o milho segunda safra, apresenta crescimento de 1,2%, em 2026, ante safra anterior, detalhou o IBGE. O instituto detalhou ainda que, na safra 2026 ante safra 2025, estão previstos acréscimos, na área a ser colhida, de 1,3% na da soja; de 2,7% na do milho (aumentos de 9,1% no milho 1ª safra e o já mencionado aumento de 1,2% no milho 2ª safra) e de 15,6% na do sorgo. Em contrapartida, estão previstas reduções de área de 5% na do algodão herbáceo (em caroço); de 12,3% na do arroz em casca; e de 3,9% na do feijão.

GLOBO RURAL

Produção de grãos no Brasil é estimada em 360,1 milhões de toneladas, diz Conab

Volume representa um acréscimo de 7,8 milhões de toneladas em relação à temporada passada. Soja tem produção estimada em 180,6 milhões de toneladas, avanço de 5,3%

A produção de grãos da safra 2025/26 está estimada em 360,1 milhões de toneladas, alta de 2,2% em relação ao registrado no ciclo anterior, informou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta terça-feira (14/7). O número representa um recorde para o país, com 7,8 milhões de toneladas a mais do que a temporada passada. Em relação ao levantamento divulgado em junho, houve uma revisão para cima de 0,4%, motivada principalmente por incrementos nas colheitas de soja e de milho. De acordo com a Conab, o resultado reflete o aumento da área destinada para o cultivo de grãos no país, projetada em 83,5 milhões de hectares. Já a produtividade média nacional das lavouras deve se manter estável, prevista em 4.311 quilos por hectare. Segundo o gerente de acompanhamento de safras da Conab, Fabiano Vasconcellos, o clima em junho apresentou chuvas nas cinco regiões do país, porém em menor volume no Nordeste, o que compromete em certa medida os níveis de umidade no solo. Principal cultura agrícola do país, a soja tem produção estimada em 180,6 milhões de toneladas, avanço de 5,3% em relação à safra passada. O desempenho é resultado do aumento de 2,7% na área cultivada, aliado ao pacote tecnológico utilizado pelos produtores e às condições climáticas favoráveis, segundo a Conab. “Temos alguns Estados com cultivo ainda acontecendo, em Roraima, Tocantins e Alagoas. Essas lavouras vão ter colheitas a partir de agosto, mas no geral esses números não devem se alterar tanto”, afirma Vasconcellos. A colheita das três safras de milho está estimada em 141,7 milhões de toneladas, volume 0,4% superior ao ciclo passado. A primeira safra do cereal já está quase toda colhida, e a produção está estimada em 29,6 milhões de toneladas. Já na segunda safra do grão, a colheita atinge 38,9% da área destinada e deve totalizar 109,43 milhões de toneladas. “Devemos observar no próximo mês um avanço substancial da colheita do milho segunda safra”, ressalta Vasconcellos. Para a terceira safra, espera-se uma produção de 2,7 milhões de toneladas. A colheita do arroz também está encerrada, e o cereal apresenta uma produção de 11,1 milhões de toneladas, 13,1% abaixo do volume produzido na safra passada, reflexo de uma menor área destinada ao produto. No caso do feijão, a produção total estimada é de 3 milhões de toneladas, 1,4% inferior ao ciclo anterior. O volume colhido de arroz e feijão garante o abastecimento no mercado doméstico, segundo a Conab. O algodão tem produção prevista em 4,06 milhões de toneladas de pluma, com 8,1% da área já colhida, 78,4% em maturação e 13,5% em formação de maçãs. O trigo, que ainda está sendo semeado, deve ter uma redução de 23,5% no volume, segundo a Conab. O resultado reflete tanto a menor área como a expectativa de uma menor produtividade.

GLOBO RURAL

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