Informativo Sindileite 214 08.09.2026

Ano 1 | nº 214 | 08 de setembro 2026

NOTÍCIAS

Leite spot: mercado inicia setembro com novos ajustes refletindo o avanço da oferta no Sul

A média nacional recuou e rompeu o patamar dos três reais, fechando o período em R$ 2,928, o que representa uma queda de R$ 0,080 em relação à quinzena anterior.

Na primeira quinzena de setembro de 2026, o mercado de leite spot manteve a trajetória de retração, registrando variações negativas nas cotações de todos os estados analisados. A média nacional recuou e rompeu o patamar dos três reais, fechando o período em R$ 2,928, o que representa uma queda de R$ 0,080 em relação à quinzena anterior. Esse cenário de recuo geral é impulsionado, principalmente, pelo avanço da oferta de leite proveniente da região Sul. O aumento da disponibilidade do produto nos estados sulistas ampliou a pressão sobre as cotações nacionais, reduzindo a sustentação dos preços em todas as praças. Refletindo esse movimento, o estado de Santa Catarina, por exemplo, teve um recuo significativo de R$ 0,105, com a média passando para R$ 2,856. O Rio Grande do Sul continuou marcando a menor cotação média do país, atingindo R$ 2,722 (queda de R$ 0,051), e o Paraná fechou a R$ 2,805 (queda de R$ 0,080). A pressão vinda do Sul refletiu também no Sudeste. O estado de São Paulo apresentou o ajuste negativo mais expressivo do período (redução de R$ 0,115), mas ainda assim sustentou a maior média entre os estados acompanhados, fechando a quinzena em R$ 3,171. Minas Gerais também cedeu, registrando média de R$ 3,120 (redução de R$ 0,088). Além do fator oferta regional, o comportamento na ponta final da cadeia continua exercendo influência direta nas negociações. O movimento de baixa observado nos principais derivados lácteos, como o leite UHT e a muçarela, contribuiu fortemente para enfraquecer a valorização da matéria-prima, consolidando o cenário de queda no mercado spot.

MILKPOINT

Preços do leite sobem em julho/26, mas panorama é de queda nos próximos meses

No mercado internacional, as importações ampliaram a disponibilidade interna

Pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostram que o preço médio do leite cru captado por laticínios voltou a subir em julho. Na “Média Brasil” líquida, o valor alcançou R$ 2,8761/litro, aumentos de 4,65% frente a junho e de 4,96% em relação a julho de 2025, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IPCA de julho/26). Segundo a pesquisadora Ana Paula Negri, a boa demanda por UHT, os estoques considerados confortáveis e o crescimento mais lento da captação em algumas regiões mantiveram a concorrência pelo leite. O ICAP-L (Índice de Captação de Leite) cresceu 2,38% de junho para julho na “Média Brasil”. Apesar da recuperação mensal, o Índice ainda acumula queda de 9,3% no ano. Do lado dos gastos, o Custo Operacional Efetivo (COE) permaneceu praticamente estável pelo segundo mês consecutivo, com ligeira queda de 0,31% na “Média Brasil”. “Embora milho e farelo de soja tenham se valorizado em julho, os estoques de ração produzidos anteriormente, a custos menores, limitaram o repasse aos concentrados. No entanto, a alta recente das matérias-primas pode elevar os custos da indústria e resultar em recuperação dos preços dos concentrados ao longo de agosto”, observa a análise do Cepea. Agentes de indústrias continuaram enfrentando dificuldades para garantir margens. Pesquisas do Cepea apoiadas pela OCB indicam que as negociações de muçarela e leite em pó perderam ritmo em julho, enquanto o UHT se valorizou 7,35% frente a junho. Parte dessa lentidão foi associada também às importações. No mercado internacional, as importações ampliaram a disponibilidade interna. Segundo dados da Secex, o volume adquirido em julho cresceu 9,01% frente a junho, totalizando 236,3 milhões de litros em equivalente-leite. Na comparação com julho de 2025, o avanço foi de 33,49%. As compras externas de leite em pó e queijos aumentaram, respectivamente, 7,54% e 12,7% de junho para julho, reforçando a pressão sobre as negociações domésticas. “Diante desse contexto, a expectativa é de que o encerramento do terceiro trimestre seja marcado pelo recuo das cotações do leite cru, influenciado pelo aumento da oferta, pelas importações e pelo comportamento dos preços dos derivados”, afirma a pesquisadora Ana Paula Negri.

Cepea/Esalq

O leite que vale mais do que um litro

Qualidade da matéria-prima ganha espaço na remuneração, enquanto o Cepea discute como elevar a integridade e a rastreabilidade dos dados usados no indicador de preço.

Por muito tempo, o leite foi tratado, na prática comercial da cadeia produtiva, como um volume a ser captado, transportado e faturado por litro. Essa lógica não é acidental e reflete décadas de um sistema agroindustrial (SAG) estruturado em torno da garantia de abastecimento. Mas o leite não é só líquido, é uma emulsão. E são os sólidos (gordura e proteína) dissolvidos nesta emulsão que determinam o rendimento industrial, o valor final dos derivados e, cada vez mais, a rentabilidade de quem produz e de quem processa. O setor está, aos poucos, mudando a lente com que olha para essa matéria-prima. E é justamente nesse ponto de virada que mora o dilema que dá título a este texto. O caminho técnico é claro. Desde a Instrução Normativa 51, de 2002, até a IN-76 e a IN-77, de 2018, a evolução regulatória do leite cru caminhou na direção de qualificar e não apenas de quantificar a matéria-prima. Assim, parâmetros de contagem bacteriana total, contagem de células somáticas e, mais recentemente, teores mínimos de sólidos totais e lactose anidra passaram a compor uma “régua” de avaliação. Essa régua possibilitou o fortalecimento de um movimento que já vinha se desenhando há anos, a instituição do pagamento por qualidade – uma peça central da relação comercial entre produtores e indústrias. Em pesquisa de campo realizada com representantes de 33 laticínios e cooperativas (responsáveis por um quarto do leite industrializado no Brasil), 75,8% dos entrevistados concordaram, em algum grau, que a qualidade é mais importante do que a escala diária de produção na aquisição do leite cru. Ou seja, mais do que captar volume, o setor prioriza obter leite de qualidade. É um dado expressivo, que sinaliza a direção de novos ventos na organização deste SAG. Contudo, seria incorreto dizer que o volume perdeu relevância na tomada de decisão. Ele não perdeu, ele mudou de função. Levantamentos setoriais mostram que as maiores indústrias do País operaram, na última década, com média de 65,5% de utilização da capacidade instalada, ou seja, com ociosidade média de 34,4%. Some-se a isso o crescimento de apenas 1,4% no potencial produtivo doméstico na última década, e fica claro porque a garantia de volume continua puxando fortemente a estratégia de captação. É o volume que ocupa a planta, dilui o custo fixo e viabiliza a escala mínima de operação. Em outras palavras, a qualidade remunera o litro, mas é o volume quem paga a fábrica. E o peso relativo entre um e outro varia, inclusive, conforme o portfólio de cada indústria. Não existe, assim, uma resposta única, mas sim uma equação que cada empresa resolve de acordo com o que vende. A fronteira técnica que se desenha à frente é conhecida por quem acompanha o setor de perto. Em muitos países, o indicador de referência para o mercado não é medido em R$/litro, mas sim em R$/sólidos, um raciocínio já consolidado em benchmarks internacionais, que padronizam comparações de eficiência em leite corrigido para sólidos. Não é um horizonte distante, é uma continuidade natural de um movimento que já está em curso. Isso significa que o indicador do Cepea vai mudar? Talvez a pergunta traga consigo um tom alarmante, mas, na realidade, o nosso compromisso com o aperfeiçoamento constante é, em princípio, um convite à evolução. E o setor tem provocado esse questionamento sobre o indicador, evocando, em qualquer roda de conversa, a pergunta “podemos confiar na qualidade das informações que o Cepea usa para o cálculo do indicador?” Eu devolvo a pergunta: podemos confiar na qualidade das informações que o Cepea recebe? E é aqui que o primeiro contraponto do texto encontra o segundo. Porque, enquanto a cadeia avança tecnicamente na direção da qualidade física do leite, o próprio instrumento que mede o preço desse produto está passando por uma discussão equivalente e reveladora sobre a sua qualidade. Na Reunião Anual da Pesquisa do Preço do Leite ao Produtor, realizada em agosto deste ano em Piracicaba, ficou nítida uma mudança de paradigma na forma como o Cepea e sua rede de colaboradores pensam a robustez do indicador. Por anos, o farol dessa construção foi ampliar: mais colaboradores, mais amostragem, mais representatividade regional. E o resultado veio: no primeiro semestre de 2026, a amostra chegou a representar quatro de cada cinco litros captados no Rio Grande do Sul e três de cada cinco em Minas Gerais, por exemplo, na comparação com os dados oficiais do IBGE. Só que, alcançada essa fronteira de representatividade, o pedido que emerge da própria rede de colaboradores não é mais “ampliar a qualquer custo”, é qualificar. A reunião discutiu a implantação de auditoria mensal ex-post sobre as informações enviadas, com exigência de comprovação documental, e a adoção de API como via padrão de envio de dados, com criptografia e rastreabilidade desde a origem. Na prática, isso caminha para uma exigência de requisito técnico do colaborador, cujo objetivo não é excluir a participação, mas, sim, assegurar que quem envia dado tem a capacidade de garantir sua integridade e verificabilidade. Em resumo, depois de anos em que metodologia e amostragem concentraram o esforço de aprimoramento do indicador, hoje o setor e o Cepea passam a priorizar o pilar da qualidade e da rastreabilidade. O paralelo entre as duas frentes, técnica e informacional, é direto demais para ser coincidência. Assim como a indústria aprendeu que nem todo litro vale o mesmo (e que produtores com maior regularidade e qualidade ganham poder de barganha e prioridade na negociação), o próprio sistema de geração de informação que sustenta o indicador do Cepea está questionando se todo dado vale o mesmo. As consequências da mudança desse paradigma na concepção do indicador do Cepea são importantes. Perguntas emergem: podemos afirmar que amostra grande não é sinônimo de dado bom? Se a amostra cair em consequência de maior exigência de qualidade no compartilhamento de informações, o comportamento do indicador muda? Esses questionamentos entraram na nossa pauta e devem nos guiar no desenvolvimento e construção contínua do indicador. De antemão, adiantamos: o Cepea precisa trabalhar com informações íntegras, verdadeiras e comprováveis para conseguir sustentar a confiança que o mercado deposita no indicador. Mas não operamos milagres. O comprometimento da rede de colaboradores é essencial para determinar a qualidade do resultado. Em geral, é sedutora a ideia de que basta a força de vontade para mover montanhas. Ou de que, se uma variável se opõe a outra, ambas são concorrentes, que uma deve se sobrepor à outra. Mas questões complexas não encontram respostas simples. Volume e qualidade não são polos opostos de uma disputa. São, na verdade, camadas complementares de um mesmo processo de amadurecimento, que se repete em diferentes níveis da cadeia: no produto físico, na estratégia comercial e, agora, na própria arquitetura que gera a informação que sustenta o mercado. O dilema do título não tem uma resposta definitiva porque não deveria ter. O desafio real não é escolher entre volume e qualidade, em nenhuma das duas dimensões, mas saber, a cada etapa do desenvolvimento do setor, qual dos dois já cumpriu sua função e qual precisa, agora, avançar primeiro. Sejamos ambiciosos: queremos volume com qualidade.

Artigo escrito por Natália Grigol, pesquisadora de Pecuária do Cepea.

ECONOMIA

Dólar fecha em alta ante real após dados de emprego nos EUA

O dólar fechou a sexta-feira em alta ante o real após dados do governo dos EUA indicarem geração de postos de trabalho acima do esperado no país em agosto, enquanto no Brasil a disputa pela Presidência seguiu no radar dos investidores.

O dólar à vista fechou a sessão com ganho de 0,50%, a R$5,1296, mas ainda assim encerrou a semana com queda acumulada de 1,28%. No ano, a divisa acumula baixa de 6,55%. Às 17h09, o dólar futuro para outubro — atualmente o mais negociado no mercado brasileiro — subia 0,49% na B3, aos R$5,1565. Relatório do Departamento do Trabalho dos EUA mostrou que a economia norte-americana criou 162 mil postos de trabalho em agosto, quase três vezes a projeção de 56 mil vagas calculada por economistas ouvidos pela Reuters. A taxa de desemprego no país ficou em 4,1% em agosto, em linha com o esperado. Após a divulgação, os rendimentos dos Treasuries ganharam força — em especial os de curto prazo, em meio às apostas de que o Federal Reserve poderá subir juros no curto prazo. O dólar também ganhou força ao redor do mundo, firmando-se em alta ante boa parte das demais divisas, incluindo o real. No Brasil, porém, parte das atenções seguiu voltada para a corrida presidencial. A nova pesquisa do Datafolha, publicada na noite de quinta-feira, mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 46% das intenções de voto na simulação de segundo turno, contra 44% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Os dois estão em empate técnico, já que a margem de erro é de 2 pontos percentuais. O resultado representa uma diminuição numérica da distância entre Lula e Flávio. No levantamento anterior, eles tinham 47% e 43%, respectivamente. Durante a tarde, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) informou que a balança comercial brasileira registrou superávit de US$7,394 bilhões em agosto, com as vendas para os EUA apresentando alta apesar das tarifas.

REUTERS

Ibovespa fecha com declínio modesto, mas tem 2ª melhor semana do ano com estrangeiro

O Ibovespa fechou com um declínio discreto na sexta-feira, pressionado principalmente pelas ações da Petrobras, mas assegurou o segundo melhor desempenho semanal do ano com o retorno de estrangeiros e a disputa presidencial no foco.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,16%, a 184.890,49 pontos, de acordo com dados preliminares, tendo marcado 186.544,81 pontos na máxima e 183.251,93 pontos na mínima do dia. O volume financeiro no pregão somava R$19,05 bilhões antes dos ajustes finais, em dia também marcado pela repercussão de dados do mercado de trabalho norte-americano. Na semana, o Ibovespa acumulou uma valorização de 5,25%, conforme as informações preliminares. No ano, só perde para a alta de 8,53% registrada na semana encerrada em 23 de janeiro.

REUTERS

Preços mundiais dos alimentos atingem maior nível desde 2022, em meio a riscos de oferta, diz FAO

Os preços mundiais dos alimentos subiram em agosto para o nível mais alto desde o final de 2022, à medida que condições climáticas adversas e perturbações causadas pela guerra no Mar Negro aumentaram a preocupação com o abastecimento de alimentos básicos, informou na sexta-feira a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

O calor extremo e a seca na Europa, a ameaça de um fenômeno climático El Niño severo e as turbulências comerciais causadas pelas guerras na Ucrânia e no Irã abalaram os mercados agrícolas, levando os preços dos grãos a máximas de três anos e os do açúcar a um pico de um ano. O Índice de Preços de Alimentos da FAO, que acompanha as variações mensais de uma cesta de commodities alimentícias comercializadas internacionalmente, registrou média de 133,3 pontos em agosto, acima dos 130,8 pontos revisados de julho. Esse foi o maior valor desde novembro de 2022, embora esteja quase 17% abaixo do pico recorde registrado em março de 2022, após a invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia. “O aumento dos preços globais dos alimentos em agosto é um alerta de que o prêmio de risco está retornando aos mercados de alimentos: choques climáticos, tensões geopolíticas e interrupções na logística comercial estão convergindo para restringir as expectativas de oferta”, afirmou o economista-chefe da FAO, Máximo Torero, em comunicado. Os índices de referência da FAO para cereais, óleos vegetais, açúcar, carne e laticínios subiram em agosto. As condições climáticas extremas na Europa afetaram as perspectivas para as safras de milho e beterraba sacarina, bem como a produção pecuária, enquanto o El Niño previsto alimentou preocupações com a produção de óleo de palma e açúcar na Ásia, informou a organização. A escalada dos ataques no Mar Negro reduziu os embarques de grãos da Rússia e da Ucrânia em meio à guerra que já dura quatro anos e meio, enquanto o conflito entre os EUA e o Irã estava prejudicando o fluxo de fertilizantes para as culturas. Entre as categorias de alimentos, o índice de preços de cereais da FAO subiu 2,2% em relação ao mês anterior, atingindo o nível mais alto desde maio de 2024, e o índice de óleos vegetais subiu 0,6%, atingindo uma máxima desde junho de 2022. O índice de referência da agência para o açúcar saltou 11,9%, atingindo o maior nível desde junho de 2025, com a menor produção na crucial região centro-sul do Brasil somando-se às preocupações climáticas na Europa e na Ásia.

REUTERS

Balança comercial registra superávit de US$ 7,39 bi em agosto, alta de 23,8%

Exportações somaram US$ 33,158 bilhões, alta de 12,2%, e as importações alcançaram US$ 25,764 bilhões, alta de 9,2%

A balança comercial registrou superávit de US$ 7,394 bilhões em agosto. O número foi divulgado na sexta-feira (4) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). O resultado foi 23,8% superior ao registrado no mesmo período de 2025, cujo saldo foi positivo de US$ 6,0 bilhões. As exportações somaram US$ 33,158 bilhões em agosto, alta de 12,2%. Já as importações alcançaram US$ 25,764 bilhões, alta de 9,2%. No acumulado do ano, o superávit foi de US$ 55,318 bilhões, alta de 28,2%. As exportações somaram US$ 250,855 bilhões, alta de 10,3%. Já as importações alcançaram US$ 195,538 bilhões, alta de 6,1%. A corrente de comércio, soma de exportações e importações, alcançou US$ 446,393 bilhões, alta de 8,4%. As exportações brasileiras para China, um dos principais destinos dos produtos brasileiros, caíram 10,9% em agosto, em relação ao mesmo mês do ano anterior. Recuou de US$ 9,361 bilhões para US$ 8,340 bilhões. Já para os Estados Unidos, as exportações tiveram uma alta de 12,1% no mesmo período, de US$ 2,845 bilhões para US$ 3,190 bilhões. De acordo com o Mdic, as vendas totais para a Ásia subiram 0,7%, para US$ 13,571 bilhões. Na mesma base de comparação, as vendas para a América do Norte subiram 11,5%. Para a América do Sul, caíram 1,5%, enquanto para a Europa avançou 44,9%. As exportações agropecuárias cresceram 11,4% em agosto, em relação ao mesmo mês do ano anterior. No caso da indústria extrativa, houve alta de 16,4%, enquanto no caso da indústria de transformação houve alta de 10,2%.

VALOR ECONÔMICO

POWERED BY

EDITORA NORBERTO STAVISKI LTDA

041 999368886 (WhatsApp)

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *