Informativo Sindileite 161 24.06.2026

Ano 1 | nº 161 | 24 de junho de 2026

NOTÍCIAS

Ao premiar queijos, o Paraná aposta na valorização da indústria láctea para conquistar novos mercados

O lançamento da Terceira edição do Prêmio Queijos do Paraná reforça estratégia de qualificação da cadeia produtiva e consolida o Estado como referência nacional em produtos de maior valor agregado. Promovido pelo Sistema FAEP em parceria com o Sindileite-PR, Sebrae/PR, Senac/PR e IDR-Paraná, além do apoio de outras dezenas de instituições, o prêmio evidencia uma característica cada vez mais importante do agronegócio moderno: a cooperação entre os diferentes agentes da cadeia produtiva.

Em um momento em que a pecuária leiteira brasileira enfrenta o desafio de aumentar competitividade sem renunciar à rentabilidade, o Paraná decidiu apostar em um caminho que vai muito além da produção em volume: agregar valor ao leite por meio da qualidade. É nesse contexto que a terceira edição do Prêmio Queijos do Paraná lançado ontem (23.06), no Mercado Municipal de Curitiba, ganha relevância estratégica. Mais do que uma competição, a iniciativa tornou-se uma ferramenta de fortalecimento de toda a cadeia produtiva, reunindo produtores rurais, cooperativas, laticínios, instituições de pesquisa e entidades representativas da indústria em torno de um objetivo comum: transformar o queijo paranaense em um ativo econômico de alto valor. Entre os protagonistas desse movimento está o Sindileite-PR, entidade que representa a indústria de laticínios do Estado e que tem participado da construção do prêmio desde sua criação, em 2022. Para o presidente do Sindileite Paraná, Elias José Zydek, a valorização dos queijos representa uma oportunidade concreta de ampliar a competitividade da indústria e gerar mais renda para toda a cadeia leiteira. “Somos o segundo maior produtor de leite do Brasil e contamos com mais de 300 estabelecimentos produtores de queijo. O desafio agora é transformar esse potencial em produtos cada vez mais valorizados pelo mercado. Com organização, planejamento e integração entre todos os elos da cadeia, construiremos uma indústria mais forte e competitiva”, afirmou no lançamento do prêmio. “O nosso desafio é produzir melhor e mais barato para pensar agora num objetivo maior que é o de exportar nossos produtos para outros países”, acrescentou. Os números justificam o otimismo. O Paraná produz diariamente cerca de 13,5 milhões de litros de leite, dos quais aproximadamente 6 milhões são destinados à fabricação de queijos. A atividade tornou-se um dos principais mecanismos de agregação de valor da produção leiteira, contribuindo para diversificar receitas, fortalecer agroindústrias e ampliar oportunidades para pequenos e médios produtores. Na visão do Sindileite-PR, esse movimento também representa uma mudança cultural. O mercado deixa de competir apenas pelo volume produzido e passa a disputar espaço por diferenciação, identidade regional e excelência técnica. O crescimento do próprio prêmio ilustra essa transformação. A primeira edição registrou 291 inscrições. Na segunda, foram 477 participantes. Agora, a expectativa dos organizadores é superar a marca de 600 inscritos, refletindo o amadurecimento de um setor que investe continuamente em qualidade, tecnologia e profissionalização. Outra novidade desta edição é o lançamento do Concurso Queijo Colonial do Paraná, criado para reconhecer um dos produtos mais tradicionais da cultura alimentar do Estado. A iniciativa busca preservar o patrimônio gastronômico regional ao mesmo tempo em que cria oportunidades de mercado para produtores familiares e pequenas agroindústrias. Para Elias Zydek, iniciativas como essa ajudam a posicionar o Paraná em um novo patamar dentro do setor lácteo nacional. “O prêmio incentiva inovação, eleva os padrões de qualidade e estimula investimentos em toda a cadeia. Quando um queijo conquista reconhecimento, quem ganha não é apenas o produtor. Ganha a indústria, o consumidor e a imagem do Paraná como produtor de alimentos de excelência”, destaca. Mais do que distribuir medalhas, a iniciativa ajuda a construir uma marca coletiva para os lácteos paranaenses. Em um mercado onde origem, qualidade e diferenciação se tornam fatores decisivos para acessar consumidores mais exigentes e novos mercados, o queijo deixa de ser apenas um derivado do leite para se transformar em um embaixador da competitividade do agronegócio do Paraná.

Assessoria Sindileite-PR

Produção de leite aumenta 50% em fazenda paranaense com ajustes no manejo

Caso de sucesso em Pitanga (PR) mostra resultados de dieta equilibrada, compost barn e terceira ordenha em meio à queda nos preços do leite

A Fazenda Barra Preta, localizada em Pitanga (PR), registrou um aumento de 50% na produção média diária por vaca após implementar mudanças estratégicas no manejo de pastagens, na rotina de ordenha e na estrutura da propriedade. A evolução, acompanhada pela consultoria SIA Brasil desde 2019, permitiu que a produção saltasse da faixa de 26 a 28 litros por animal para marcas que chegam a 45 litros, mesmo enfrentando um cenário de baixa nos preços pagos ao produtor leiteiro. O processo de transformação começou com a busca por soluções para problemas produtivos e reprodutivos do rebanho. Conforme o diretor técnico da SIA Brasil, Armindo Barth Neto, o manejo das pastagens já havia sido aprimorado, mas a dieta das vacas apresentava um desequilíbrio, com excesso de proteína. O primeiro passo foi reorganizar o fornecimento de alimento no cocho e o uso das áreas de pasto. Investimento em estrutura e foco em gestão. O crescimento do rebanho, que passou de 60 para mais de 90 vacas em lactação, evidenciou a necessidade de melhorias estruturais, já que a alimentação era fornecida em áreas a céu aberto. A solução encontrada foi a implementação do modelo compost barn — um sistema de confinamento em galpões com cama climatizada que oferece maior conforto térmico e higiene aos animais. A transição do sistema de pasto para o confinamento, somada a introdução da terceira ordenha diária após um ano de adaptação foi fundamental para o recorde de produtividade. Para Barth Neto, o aumento da produtividade foi decisivo para a sustentabilidade do negócio diante da queda no valor do leite. “Com a terceira ordenha, as vacas aumentaram a produção e houve redução do custo operacional efetivo. A fazenda passou a ganhar mais, mesmo com a queda no preço pago pelo leite”, destaca o consultor. O gerente técnico da SIA Brasil, Marcelo Irala, observa que o ano de 2025 foi desafiador, mas ressalta que propriedades com planejamento e gestão rigorosa conseguiram resultados melhores. Irala alerta que a oscilação de preços é inerente à atividade e, por isso, o produtor precisa tratar o leite como um negócio profissional. “A atividade leiteira precisa ser conduzida nos mínimos detalhes para ser saudável, ter sucessão e atravessar crises que historicamente existem e ainda vão existir. Quem não tiver gestão e não souber como mexer nos custos tende a sofrer mais na próxima crise”, afirma Irala, reforçando que o controle da alimentação, a separação de lotes por produção e a medição individual de leite são diferenciais para quem deseja permanecer na atividade.

AGROBAND

NACIONAL

Conseleite/MT indica recuo de 2,2% no leite a ser pago em junho de 2026

O Conseleite do Mato Grosso divulgou uma redução de 2,2% nas projeções dos valores de referência do leite em entregue em maio e pago em junho de 2026.

A diretoria do Conseleite/Mato Grosso atendendo os dispositivos do seu Estatuto, aprova e divulga os valores de referência para a matéria-prima, referente ao leite entregue no mês de Abril de 2026 a ser pago em Maio de 2026 e para o leite entregue no Maio de 2026 a ser pago em Junho de 2026. Os valores divulgados compreendem os valores de referência para o leite base e faixas de valores de referência levando em conta o volume médio mensal de leite entregue pelo produtor e os parâmetros de qualidade indicados na tabela abaixo.

MATÉRIA-PRIMAVolumeGorduraProteínaCCSCBT
litros/dia(%)(%)mil
células
somáticas/ml
mil
ufc/ml
Maior Valor de Referência1.0004,003,50150100
Valor Médio de Referência3003,603,30300250
Valor Base de Referência253,303,20400300
Menor Valor de Referência253,002,90750750
MATÉRIA-PRIMAABRIL/2026MAIO/2026VARIAÇÃO
Leite entregue em ABR/26 a ser pago em MAI/26 (R$/l)Leite entregue em MAI/26 a ser pago em JUN/26 (R$/l)R$/litro%
Maior Valor de Referência3,13803,0692-0,0689-2,2%
Valor Médio de Referência2,64222,5842-0,0580-2,2%
Valor Base de Referência2,41392,3609-0,0530-2,2%
Menor Valor de Referência2,25602,2064-0,0495-2,2%

OBS: (1) Os valores de referência da tabela são para a matéria-prima leite “posto propriedade”, o que significa que o frete não deve ser descontado do produtor rural. Nos valores de referência está incluso Funrural de 1,5% a ser descontado do produtor rural.

CONSELEITE/MT

Minas Gerais mantém liderança nacional na captação de leite no primeiro trimestre de 2026

Boletim divulgado pela FIEMG aponta que Minas Gerais captou mais de 1,67 bilhão de litros de leite no primeiro trimestre de 2026 e manteve a liderança nacional na cadeia láctea

Minas Gerais segue como principal referência da cadeia láctea brasileira. Dados divulgados pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) mostram que o estado adquiriu mais de 1,67 bilhão de litros de leite cru entre janeiro e março de 2026, volume que representa 24,7% de todo o leite captado e industrializado no país no período. O levantamento, apresentado no Boletim da Indústria de Laticínios Brasil e Minas Gerais, aponta que, apesar da liderança consolidada, o setor vive um momento de acomodação após o crescimento registrado em 2025. Houve redução tanto na captação quanto na industrialização de leite em comparação com o trimestre anterior. O estudo também destaca desafios relacionados à pressão sobre os preços pagos aos produtores rurais. Ainda assim, a atividade manteve impacto positivo na geração de empregos, encerrando o trimestre com saldo de 529 vagas formais criadas em Minas Gerais. Para o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados no Estado de Minas Gerais (SILEMG), Guilherme Abrantes, os números reforçam a importância da cadeia produtiva mineira para a economia nacional e evidenciam a necessidade de equilíbrio entre produção, indústria e mercado para garantir a sustentabilidade do setor.

O TEMPO

Mais leite, menos dinheiro: produtor recebe menos mesmo com captação recorde

Indústria adquiriu 6,78 bilhões de litros no primeiro trimestre de 2026, enquanto o preço médio pago ao produtor caiu 18,8% em relação ao ano passado.

O primeiro trimestre de 2026 trouxe uma combinação incomum para a cadeia leiteira brasileira: a indústria captou mais leite do que nunca para o período, mas os produtores receberam menos pelo produto em comparação ao ano passado. Entre janeiro e março, os estabelecimentos que atuam sob algum tipo de inspeção sanitária – federal, estadual ou municipal, adquiriram 6,78 bilhões de litros de leite cru, segundo as Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais, do Leite, do Couro e da Produção de Ovos de Galinha divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O volume representa aumento de 2,6% em relação ao mesmo período de 2025 e configura a maior captação já registrada para um primeiro trimestre desde o início da série histórica do instituto. Na comparação com os últimos três meses do ano passado, porém, houve retração de 8%, movimento considerado típico da sazonalidade da produção leiteira. Enquanto a oferta cresceu, a remuneração dos produtores seguiu em direção oposta. O preço líquido médio pago pela indústria foi de R$ 2,24 por litro, valor 18,8% inferior ao observado no primeiro trimestre de 2025. Apesar da queda anual, os números mostram uma recuperação ao longo do trimestre. O litro de leite saiu de R$ 2,10 em janeiro para R$ 2,44 em março, indicando uma reação dos preços após o início mais fraco do ano. Entre os estados, o maior aumento absoluto na aquisição de leite ocorreu no Paraná. A indústria paranaense captou 88,74 milhões de litros a mais do que no primeiro trimestre do ano passado. Na sequência aparecem o Rio Grande do Sul, com acréscimo de 60,24 milhões de litros, Santa Catarina, com 44,56 milhões de litros adicionais, Minas Gerais, com aumento de 26,63 milhões de litros, e o Ceará, que ampliou a captação em 12,76 milhões de litros. O desempenho dos estados do Sul reforça a importância da região para a cadeia leiteira nacional. Além de concentrar parte significativa da produção, os três estados mantêm forte presença de cooperativas e indústrias de processamento, o que contribui para a ampliação da captação mesmo em um ambiente de preços mais baixos. Os dados do IBGE mostram que a produção de leite segue em expansão no país, mas também evidenciam um desafio recorrente do setor: aumentar o volume produzido não significa, necessariamente, maior rentabilidade para quem está na atividade. Em 2026, pelo menos no início do ano, os tanques ficaram mais cheios, mas a remuneração do produtor continuou distante dos níveis observados há um ano.

O Presente Rural

INTERNACIONAL

Mosca-da-bicheira: AIEA e FAO lançam projeto emergencial contra surto nas Américas

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) lançaram um projeto de cinco anos focado em conter o avanço e suprimir o ressurgimento da mosca-da-bicheira (New World Screwworm – NWS) na América Central, no México e nos Estados Unidos.

A iniciativa conjunta contará com um orçamento planejado de US$ 1 milhão e vai reunir especialistas de mais de 20 países afetados – incluindo nações da América do Sul onde o parasita é endêmico. O avanço do parasita, cujas larvas se alimentam de tecidos vivos de animais de sangue quente a partir de feridas abertas ou membranas mucosas, gerando infecções fatais se não tratadas, acendeu o alerta sanitário na América do Norte. A praga foi confirmada em território norte-americano no início de junho, configurando a primeira incursão biológica do vetor no país em mais de 40 anos. De acordo com dados atualizados pelo Serviço de Inspeção de Saúde Animal e Vegetal (APHIS) do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), o monitoramento oficial já identificou um total de sete casos detectados em animais no país, sendo que seis dessas sete ocorrências foram registradas no Estado do Texas. Conforme a FAO e a AIEA, o fenômeno decorre de mudanças climáticas, globalização e do trânsito ilegal de rebanhos, que culminaram no rompimento, em 2022, da contenção biológica mantida com sucesso desde 2006 no Estreito de Darién, no sul do Panamá. A resposta internacional para conter a reinfestação da mosca-da-bicheira, contudo, enfrenta um severo gargalo de suprimento industrial. Os especialistas estimam que o combate ao atual surto exige a soltura de até 600 milhões de moscas estéreis por semana, mas há escassez global desses insetos. Atualmente, a unidade da comissão bilateral Estados Unidos-Panamá (COPEG), em operação no Panamá, é a única biofábrica de criação em massa ativa no mundo e produz apenas cerca de 100 milhões de moscas semanais. O plano do setor é que a ampliação da capacidade de produção em Metapa de Domínguez, no México, e em Mission, no Texas, adicione até 400 milhões de insetos estéreis por semana nos próximos anos.

BROADCAST/AGÊNCIA ESTADO

ECONOMIA

Dólar segue exterior e atinge maior valor ante o real desde o fim de março

O dólar fechou a terça-feira em alta ante o real, acompanhando o avanço da moeda norte-americana ante quase todas as demais divisas no exterior, com as cotações no Brasil também ponderando a ata do último encontro de política monetária do Banco Central.

O dólar à vista encerrou o dia com alta de 0,87%, aos R$5,1859, o maior valor de fechamento desde 30 de março deste ano, quando atingiu R$5,2461 em meio à guerra no Oriente Médio. No ano, a moeda passou a acumular baixa de 5,52% ante o real. Às 17h02, o dólar futuro para julho — atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — subia 0,83% na B3, aos R$5,1960. A terça-feira foi de “risk-off” (fuga do risco) nos mercados globais, com investidores vendendo ações em Wall Street e comprando dólar e títulos norte-americanos — neste caso, com consequente queda nos rendimentos. Com isso, o dólar sustentou ganhos ante quase todas as divisas de países emergentes, incluindo o real, o peso mexicano, o peso chileno e o rand sul-africano. No Brasil, o avanço da moeda norte-americana também encontrou respaldo na ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que reforçou a percepção de que a taxa básica Selic pode cair no curto prazo, mesmo com a instituição demonstrando preocupação com o cenário inflacionário. A ata do Copom, que na semana passada cortou a Selic em 25 pontos-base, para 14,25% ao ano, reiterou que a projeção de inflação do BC para o quarto trimestre de 2027 — atual horizonte relevante — está em 3,7%, acima do centro da meta de inflação, de 3%. Ao mesmo tempo, o BC voltou a defender que atingir os 3% no quarto trimestre de 2027 demandaria ajustes agressivos da Selic e faria, na sequência, a inflação ficar abaixo desse nível por diversos trimestres consecutivos. Em função disso, o Copom julgou como mais adequadas trajetórias de Selic “menos discrepantes”, com combinações de “momentos de pausa” e “retomada do ciclo de calibração” — ou seja, de corte — da taxa básica, com a inflação “convergindo para a meta no primeiro trimestre de 2028”. Assim, enquanto o Federal Reserve tem sinalizado a possibilidade de juros mais elevados nos EUA, o BC preparou o terreno para possíveis novos cortes, indicando que há poucas chances de elevações da Selic.

REUTERS

Ibovespa dribla aversão a risco e avança com rotação global

Depois de iniciar o dia em queda, o Ibovespa devolveu as perdas e passou a subir após a abertura das bolsas americanas, driblando a aversão a risco vista lá fora.

 A melhora ocorreu em meio a um movimento de rotação global de carteiras, com investidores reduzindo exposição às ações de tecnologia em Nova York e migrando para papéis de valor, favorecendo mercados como o Brasil. No cenário doméstico, a nova rodada de queda dos juros futuros também ajudou a garantir um fôlego extra à bolsa local. Hoje, a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) reforçou a expectativa do mercado por cortes da Selic, o que levou a ajustes na curva futura. O desempenho do Ibovespa só não foi mais intenso devido ao recuo das ações da Vale, o que limitou os ganhos. Após oscilar entre os 168.495 pontos e os 171.720 pontos, o índice encerrou em alta de 0,52%, aos 171.259 pontos. Blue chips de bancos foram destaque de alta, especialmente as units do BTG Pactual, que ganharam 1,13%. A exceção ficou para as units do Santander, que encerram em baixa de 0,74%. A despeito de mais um dia de recuo nos preços de petróleo, as ações da Petrobras terminaram em alta: as ON subiram 0,78%, ao passo que as PN avançaram 0,41%, o que pode indicar que houve compra do papel por parte de investidores estrangeiros. Já a Vale perdeu 1,89%, em um dia em que o contrato do minério de ferro na bolsa de Dalian cedeu 0,54%, depois de a commodity atingir a mínima desde 9 de julho de 2025, no começo da sessão.

VALOR ECONÔMICO

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