Ano 1 | nº 229 | 29 de setembro 2026
NOTÍCIAS
Setor leiteiro do Paraná planeja ações para aumentar competitividade e exportações
Iniciativa liderada por Ocepar e Sindileite/PR busca alinhar produtores, indústrias e pesquisa para fortalecer o mercado e ampliar as exportações paranaenses.
Representantes de entidades ligadas à cadeia produtiva do leite no Paraná estiveram reunidos na sede da Ocepar, em Curitiba, para a 4ª reunião do Grupo Técnico responsável pela elaboração do Plano de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva do Leite no Paraná (PDCL). “Em nossas reuniões temos trabalhado alguns eixos. O primeiro foi o da produção, o segundo o do mercado e agora tratamos da indústria”, salientou Elias Zydek, que coordena o grupo. Ele preside o Sindicato das Indústrias de Laticínios e Produtos Derivados do Paraná (Sindileite/PR) e está à frente da Frimesa Cooperativa Central. Em razão do tema, representantes de indústrias de laticínios e produtos derivados do estado foram convidados a apresentar as respectivas empresas e apontar os desafios enfrentados por cada uma delas. O analista de Desenvolvimento Técnico da Ocepar e coordenador técnico do GT, Alexandre Monteiro, disse que o objetivo é a construção de um plano orientador da cadeia leiteira. “Reunimos as entidades para construir essa bússola a quatro mãos, a ideia não é inventar necessariamente coisas novas, apesar de algumas coisas novas terem surgido nas últimas reuniões, mas queremos convergência, convergir as ações, tentar somar aquilo que a gente tem discutido para a cadeia do leite”, ressaltou. O convidado para falar de forma online foi o engenheiro agrônomo Valter Galan, da MilkPoint Ventures e MilkPoint Mercado. Ele apresentou um panorama da cadeia leiteira no Brasil, que mostrava, em 1990, a região Sudeste com 47,8% da produção, o Sul com 22,5%, o Nordeste com 14,1%, o Centro-Oeste com 11,7% e o Norte com 3,8%. Esse perfil se alterou e, em 2024, o Sul passou a ter 33,6%, o Sudeste, 33%, o Nordeste, 17,8%, o Centro-Oeste, 10,7% e o Norte, 4,9%. O Paraná, com 13% da produção, fica atrás de Minas Gerais, que produz 27%. Galan acentuou que há margem para o Brasil melhorar o preço de seus produtos, valorizando os sólidos do lleite, principalmente os teores de proteína e gordura. Os percentuais desses sólidos permanecem basicamente os mesmos que se tinha há 20 anos. Para ele, esse é um desafio que se apresenta ao mercado como um todo, em que produtores e industriais estão entre os principais personagens. “Não é falta de tecnologia ou sinalização sobre o que se quer em qualidade do leite, mas é um dos grandes desafios em que o mercado precisa agir junto”, disse. Ele apresentou alguns nichos que podem ser explorados pela cadeia. Entre eles, o mercado de queijos é uma das oportunidades. Os dados apontam que o consumo por pessoa na França é de 21,7 quilos de queijo por ano, nos Estados Unidos fica em 19,1 quilos e na Argentina, em 12 quilos. Enquanto isso, o Brasil consome 6,5 quilos. Se o Brasil se propuser a igualar o consumo da Argentina, isso exigirá mais 11 bilhões de litros de leite ao ano. “É um grande mercado”, afirmou. O coordenador do Grupo Técnico, Elias Zydek, disse que o próximo passo é preparar o esboço do Plano de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva do Leite no Paraná e convocar um foro com todos os atores da cadeia para coletar novas sugestões para o texto final, que seja defendido por todos. “O plano precisa ser apresentado como trabalho da cadeia produtiva e que sirva de diretriz para os órgãos que coordenam a produção, os que fiscalizam, os que atuam nas pesquisas e para as indústrias otimizarem os ativos”, destacou. “Queremos que a cadeia leiteira do Paraná seja competitiva e tenha competência para exportar cada vez mais.”
SISTEMA OCEPAR
Conseleite de Minas Gerais indica variação de -1,8% no leite que será pago em outubro/26
Na resolução divulgada pelo Conseleite de Minas Gerais, foi projetada uma variação de -1,8% no leite entregue em setembro e pago em outubro de 2026.
A diretoria do Conseleite Minas Gerais reunida no dia 25 de Setembro de 2026, atendendo os dispositivos disciplinados no artigo 15 do seu Estatuto, inciso I e de acordo com metodologia definida pelo Conseleite Minas Gerais que considera os preços médios e o mix de comercialização dos derivados lácteos praticados pelas empresas participantes, aprova e divulga: a) os valores de referência do leite base, maior, médio e menor valor de referência para o produto entregue em Agosto/2026 a ser pago em Setembro/2026. b) os valores de referência do leite base, maior, médio e menor valor de referência para o produto entregue em Setembro/2026 a ser pago em Outubro/2026.
| MATÉRIA-PRIMA | Volume | Gordura | Proteína | CCS | CBT |
| litros/dia | (%) | (%) | mil células somáticas/ml | mil ufc/ml | |
| Maior Valor de Referência | 8.000 | 4,20 | 3,80 | 200 | 20 |
| Valor Médio de Referência | 500 | 3,70 | 3,25 | 400 | 80 |
| Menor Valor de Referência | 160 | 3,00 | 2,90 | 500 | 300 |
| Valor Base de Referência | 160 | 3,30 | 3,10 | 400 | 100 |
Valores da matéria prima posto propriedade em ago/26 e projetados para set/26
| MATÉRIA-PRIMA | AGOSTO/2026 | SETEMBRO/2026 | VARIAÇÃO | |
| Leite entregue em Agosto/26 a ser pago em Setembro/26 (R$/l) | Leite entregue em Setembro/26 a ser pago em Outubro/26 (R$/l) | R$/litro | % | |
| Maior Valor de Referência | 3,4364 | 3,3732 | -0,0632 | -1,8% |
| Valor Médio de Referência | 2,9213 | 2,8676 | -0,0537 | -1,8% |
| Menor Valor de Referência | 2,5253 | 2,4788 | -0,0465 | -1,8% |
| Valor Base de Referência | 2,7273 | 2,6771 | -0,0501 | -1,8% |
Nota Técnica: O Valor Base de Referência corresponde à capacidade de pagamento da indústria pelo leite, considerando os seguintes parâmetros de volume e qualidade: produção de 160 litros/dia, Contagem de Células Somáticas (CCS) de 400 mil células/mL, Contagem Padrão em Placas (CPP) de 100 mil UFC/mL, teor de gordura de 3,30% e teor de proteína de 3,10%.
Atenção: A Câmara Técnica do Conseleite MG está conduzindo a revisão dos parâmetros que compõem os valores de referência do Conseleite MG, com conclusão prevista para breve.
Após a conclusão desse processo, o Valor Base de Referência deixará de ser publicado pelo Conseleite MG, permanecendo inalterada a divulgação das demais categorias da tabela de valores de referência. Variações nos preços de venda dos derivados pelas indústrias participantes do Conseleite MG
| Produtos | Jul/26 p/ Ago/26 | Ago/26 p/ Parc. Set/26 |
| Leite em Pó | 3,7% | -1,0% |
| Leite UHT | 0,4% | -2,7% |
| Mussarela | -1,2% | -2,9% |
| Leite Condensado | -0,6% | 2,5% |
| Demais Produtos | 0,5% | -0,8% |
| Valor de Referência | 0,9% | -1,8% |
Períodos de apuração: Mês de Agosto/2026: De 01/08/2026 a 31/08/2026. Parcial de Setembro/2026: De 01/09/2026 a 20/09/2026.
CONSELEITE/MG
ECONOMIA
Dólar sobe ao maior valor em seis meses influenciado por exterior e eleição
Dólar à vista encerrou a sessão com alta de 0,83%, a R$5,2264. No ano, no entanto, a divisa norte-americana ainda apresenta queda de 4,78%.
O dólar fechou a segunda-feira em alta ante o real e atingiu o maior valor em seis meses, acompanhando o avanço da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes e com investidores também reagindo a duas novas pesquisas eleitorais no Brasil. O dólar à vista encerrou a sessão com alta de 0,83%, a R$5,2264, o maior valor de fechamento desde 30 de março, quando fechou em R$5,2461. No ano, no entanto, a divisa norte-americana ainda apresenta queda de 4,78%. Às 17h03, o dólar futuro para outubro — atualmente o mais negociado no mercado brasileiro — subia 0,67% na B3, aos R$5,2285. A segunda-feira foi marcada pela alta do petróleo e dos rendimentos dos Treasuries no exterior, em meio ao impasse nas negociações de paz entre EUA e Irã, após o presidente norte-americano, Donald Trump, ter rejeitado no fim de semana um acordo. Nos mercados de moedas, isso se traduziu no avanço do dólar ante divisas de emergentes como o peso colombiano, o peso mexicano, o peso chileno, o rand sul-africano e o real. No Brasil, o movimento encontrou suporte ainda em duas novas pesquisas sobre a eleição presidencial de domingo. Levantamento BTG/Nexus mostrou aumento da vantagem numérica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) na simulação de segundo turno. Lula tem 46% das intenções de voto no segundo turno, contra 44% de Flávio, de acordo com a pesquisa. Como a margem de erro é de 2 pontos percentuais, os dois ainda estão em empate técnico. No levantamento anterior, porém, Lula tinha os mesmos 46% e Flávio somava 45%. Já a pesquisa Quaest mostrou Lula e Flávio empatados no segundo turno com 42% das intenções de voto. A margem de erro é de dois pontos percentuais. Uma semana antes, Flávio tinha 42% e Lula somava 41%. Para Fernando Bergallo, diretor da assessoria FB Capital, o avanço do dólar ante o real nesta segunda-feira ocorreu principalmente em função do exterior. “A semana começou com viés de alta para o dólar globalmente, pressionando o real aqui”, comentou. “Na sequência, veio o cenário eleitoral para contribuir com essa compra de dólares.” Mais cedo, o Banco Central informou que o Brasil teve déficit em transações correntes de US$5,055 bilhões em agosto, um pouco acima do saldo negativo de US$4,9 bilhões projetados por economistas em pesquisa da Reuters. Na outra ponta, o investimento direto no país (IDP) atingiu US$7,396 bilhões, contra US$6,9 bilhões projetados. No boletim Focus divulgado pela manhã, a mediana das projeções dos economistas para o dólar no fim deste ano seguiu em R$5,20. Já a projeção para a inflação em 2026 passou de 4,92% para 4,99% e em 2027 foi de 4,30% para 4,31%. As expectativas para a taxa básica Selic estão em 13,50% e 12,00% para este e o próximo ano, respectivamente. A taxa básica está atualmente em 13,75%. O dólar à vista encerrou a sessão de sexta-feira com baixa de 0,19%, aos R$5,1834.
REUTERS
Ibovespa tem declínio modesto com exterior desfavorável e eleição indefinida
O Ibovespa fechou quase estável na segunda-feira, após uma sessão sem um sinal único, em meio a um ambiente externo ainda negativo e novas pesquisas eleitorais, mas contrapeso positivo de Petrobras, com novo avanço do petróleo no exterior.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,21%, a 183.089,66 pontos, de acordo com dados preliminares, após alcançar 181.931,36 na mínima e 184.094,65 na máxima. O volume financeiro no pregão somava R$22,4 bilhões antes dos ajustes finais.
REUTERS
Dívida federal cresce 0,04% em agosto com participação recorde de títulos atrelados à Selic
A dívida pública federal do Brasil teve variação positiva de 0,04% em agosto sobre julho, para R$9,293 trilhões, e a participação de títulos com taxas flutuantes atingiu nível recorde no mês, diante do aumento da demanda pelos papeis em meio às incertezas econômicas, mostraram dados do Tesouro Nacional na segunda-feira.
No mês passado, a dívida pública mobiliária federal interna (DPMFi) somou R$8,944 trilhões, com variação negativa de 0,05%, enquanto a dívida pública federal externa (DPFe) atingiu R$348,26 bilhões, com alta de 2,41%. Conforme o Tesouro, do total da dívida, 52,74% correspondiam a papeis atrelados à taxa Selic no final de agosto. O coordenador-geral de Operações da Dívida Pública, Helano Borges Dias, afirmou a jornalistas que a participação foi recorde na série histórica. “Mas no começo da década de 2000, quando chegamos a observar participações semelhantes, tínhamos uma composição muito grande de título cambial (na dívida). Então, a composição dos outros 50% da dívida é muito melhor hoje”, ponderou Dias. Em agosto, outros 20,31% da dívida correspondia a títulos prefixados, 23,22% a títulos vinculados a índices de preços e 3,74% a papeis cambiais. No mês passado, o Tesouro elevou sua projeção para a participação da dívida flutuante ao final do ano para a faixa de 49%-53%, de 46%-50% estimados anteriormente, e disse que a alta refletia “a combinação de um ambiente de maior volatilidade e de taxas de juros elevadas, contribuindo para uma maior preferência dos investidores por instrumentos de menor duração e menor sensibilidade às oscilações das taxas de juros”. Dias afirmou ainda que a expectativa é de que o governo volte a fazer superávits primários no futuro, criando as condições estruturais para a redução da participação dos títulos flutuantes. Além disso, “nas oportunidades que tivermos, vamos voltar a fazer emissões mais volumosas de índices de preços e prefixados”, afirmou Dias. “O objetivo é voltar a aumentar a participação de NTN-Bs e prefixados na dívida”, acrescentou, em referência às Notas do Tesouro Nacional – Série B (NTN-Bs), papeis indexados à inflação. Em agosto, a variação positiva de 0,04% da dívida pública deveu-se, conforme o Tesouro, à apropriação positiva de juros, no valor de R$88,39 bilhões, neutralizada, em parte, pelo resgate líquido, no valor de R$84,43 bilhões. O órgão informou ainda que a reserva de liquidez da dívida pública — uma espécie de “colchão” para o pagamento dos compromissos — caiu 11,89% em termos nominais em agosto sobre julho, para R$1,208 trilhão. Na comparação com agosto de 2025, a reserva de liquidez aumentou 6,49%.
REUTERS
Projeção para inflação este ano sobe a 4,99% no Focus
Analistas consultados pelo Banco Central voltaram a elevar sua projeção para a inflação este ano, praticamente no teto da meta, ao mesmo tempo em que deixaram inalterado o cenário para a política monetária.
O levantamento, que capta a percepção do mercado para indicadores econômicos, apontou que a expectativa para a alta do IPCA em 2026 subiu a 4,99%, de 4,92% na semana anterior. O IBGE informou na semana passada que o IPCA-15 subiu mais do que o esperado em setembro, 0,70%, sob pressão da energia elétrica e com os preços de alimentos voltando a avançar. Em 12 meses, o índice teve alta de 4,47%. O centro da meta oficial para a inflação é de 3,00%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Para 2027, a projeção para o IPCA avançou 0,01 ponto percentual, a 4,31%, e para 2028 permaneceu em 3,80%. A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que a taxa básica de juros Selic, atualmente em 13,75%, deve encerrar este ano a 13,50% e o próximo a 12,00%, sem alterações. Os especialistas veem um corte de 0,25 ponto percentual na reunião de novembro do BC. Para o Produto Interno Bruto (PIB), as estimativas de crescimento em 2026 e 2027 caíram a 1,86% e 1,41% respectivamente, de 1,88% e 1,43% no levantamento anterior.
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Confiança da indústria no Brasil cai em setembro pelo terceiro mês seguido, diz FGV
A confiança da indústria no Brasil apresentou recuo em setembro pelo terceiro mês seguido, com piora disseminada entre os segmentos, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) na segunda-feira.
O Índice de Confiança da Indústria (ICI) caiu 2,4 pontos na comparação com o mês anterior, atingindo 91,3 pontos, de acordo com os dados da FGV. O Índice de Situação Atual (ISA), que mede o sentimento dos empresários sobre o momento presente do setor industrial, recuou 1,3 ponto, para 93,6 pontos, menor patamar desde dezembro de 2025, segundo a FGV. “Em relação à situação atual, o resultado mantém os sinais de arrefecimento da demanda e de acúmulo de estoques observados nos últimos três meses, aumentando a possibilidade de ajustes na produção”, disse Stéfano Pacini, economista do FGV IBRE. O Índice de Expectativas (IE), indicador da percepção sobre os próximos meses, teve queda de 3,4 pontos, a 89,2 pontos, nível mais fraco desde novembro de 2025. “Para os próximos meses, as avaliações dos empresários sobre produção prevista reforçam a sinalização de continuidade do processo de desaceleração da atividade econômica ao longo do segundo semestre”, completou Pacini. Segundo o economista da FGV IBRE, as condições monetárias ainda restritivas, com a Selic em 13,75%, e o ambiente de maior incerteza, que tende a crescer com as eleições, seguem limitando uma recuperação mais consistente da confiança industrial.
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Balança comercial brasileira tem superávit de US$ 2,4 bina 4ª semana de setembro
Valor resulta de US$ 8,81 bilhões em exportações e US$ 6,41 bilhões em importações, no período
A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 2,4 bilhões na quarta semana de setembro, informou a Secretaria do Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/Mdic), na segunda-feira (28). O valor resulta de US$ 8,81 bilhões em exportações e US$ 6,41 bilhões em importações, no período. Em setembro, o saldo positivo da balança totaliza US$ 6,45 bilhões e, no ano, US$ 61,77 bilhões. A média diária de exportações em setembro, até a quarta semana, subiu 22,2% para US$ 1,69 bilhão. O desempenho foi puxado pelas vendas da indústria extrativa (+52,2%), seguidas pela indústria de transformação (+13,8%) e agropecuária (+12,8%). Já a média diária de importações no mês, até a quarta semana, avançou 7,4% para US$ 1,33 bilhão. A alta foi liderada pelos desembarques da indústria extrativa (+16,5%), seguidos da agropecuária (+15,7%) e indústria de transformação (+6,8%).
VALOR ECONÔMICO
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