Informativo Sindileite 58 22.01.2026

Ano 1 | nº 58 | 22 de janeiro de 2026

NOTÍCIAS

Leite Spot: valores da segunda quinzena de janeiro/26

Na segunda quinzena de janeiro, o preço médio nacional do leite spot foi de R$ 2,065 por litro, registrando uma alta em relação à quinzena anterior, segundo dados do MilkPoint Mercado

A segunda quinzena de janeiro indicou uma mudança no cenário de mercado. Após uma longa sequência de quedas, o mercado spot apresentou altas expressivas em todas as regiões analisadas. Segundo os informantes, houve demanda, o que contribuiu para viabilizar esse movimento de valorização.

MILKPOINT

Selo inédito Beef on Dairy vai impulsionar o mercado de carnes premium no Brasil

Uma iniciativa que integra ciência e setor produtivo para qualificar o mercado de carne premium no Brasil. Desenvolvido pela Associação Brasileira de Angus, o selo Beef on Dairy é o primeiro dessa categoria no País e contou com participação da Embrapa em sua construção técnico-científica. Essa estratégia estimula o cruzamento de vacas leiteiras das raças Holandesa e Jersey com touros Angus.

O objetivo é gerar uma carne diferenciada, já muito apreciada em mercados internacionais. Além de proporcionar carne de alta qualidade para o mercado de cortes nobres, o novo selo também tem como objetivo diversificar a renda dos produtores de leite, que ganham uma nova opção de comercialização dos animais. O presidente da Associação Brasileira de Angus, José Paulo Dornelles Cairoli, destaca a importância dessa novidade para o mercado de carne. “É uma estratégia já consolidada em outros países e conseguimos trazê-la para o Brasil, que possui o maior rebanho comercial do mundo. Nosso projeto é o casamento perfeito entre as raças. O produtor vai se beneficiar e o consumidor terá carne diferenciada. Quem já provou sabe o resultado”, afirma. “O lançamento do selo Beef on Dairy foi possível porque há uma base científica robusta por trás dele, e essa é justamente a contribuição da Embrapa”, afirma o chefe-geral da Embrapa Pecuária Sul (RS), Fernando Cardoso. “Nós desenvolvemos os critérios técnicos e os índices genéticos que permitem identificar, com precisão, os touros Angus mais indicados para o cruzamento com vacas Holandesas e Jersey. É esse rigor científico que garante que o selo realmente represente animais superiores para a produção de carne de alta qualidade”, destaca. Segundo Cardoso, o trabalho da Embrapa no Programa de Melhoramento de Bovinos de Carne (Promebo) desempenhou papel estratégico para dar segurança ao setor na adoção da tecnologia. “O Beef on Dairy abre um caminho importante para agregação de valor a toda a cadeia, e nossa missão é assegurar que essas escolhas estejam amparadas pelo melhor conhecimento técnico disponível”, conclui. A estratégia Beef on Dairy, já consolidada no cenário global, começa a ganhar força no Brasil ao incentivar o uso de touros de corte em vacas de leite. Como as raças leiteiras não são naturalmente especializadas em características de carcaça, o novo selo busca identificar os touros mais adequados para esse cruzamento. Para isso, foram criados dois selos distintos: um voltado ao Jersey, que demanda maior atenção ao tamanho dos bezerros no parto devido ao porte reduzido das vacas, e outro ao Holandês, que também exige características para evitar animais excessivamente grandes, já que a raça é naturalmente de grande porte. A Embrapa participa diretamente da implementação do selo por meio do Promebo, o programa oficial de melhoramento genético da raça Angus no Brasil, gerenciado pela Associação Nacional de Criadores (ANC). Coube à instituição desenvolver e aplicar o índice técnico que orienta a seleção dos touros, identificando aqueles com melhor desempenho em crescimento, área de olho de lombo e conformação de carcaça – características essenciais para melhor rendimento frigorífico. O selo também atende a uma demanda das centrais de inseminação, já que grande parte do uso desses touros ocorre via sêmen, agregando valor ao material genético certificado. Para Leandro Hackbart, conselheiro técnico da Angus e ANC, o selo nasce de uma demanda do próprio setor. “Nada mais fizemos do que criar parâmetros claros, garantindo transparência e segurança ao produtor de Holandês e Jersey na hora de adquirir genética Angus. Para o consumidor, isso significa confiança e qualidade alimentar”, reforçou. De acordo com o diretor-executivo da Associação Brasileira de Angus, Mateus Pivato, o Promebo já está disponibilizando o selo para as centrais de sêmen e criadores que utilizam touros com características que atendem aos padrões exigidos. Os reprodutores com selo podem ser localizados na consulta pública do Sistema Origen da ANC.

EMBRAPA

Tendências de sabores para 2026

Exploração sensorial, hibridização cultural e alimentos como ferramenta emocional estão entre as principais tendências destacadas pela Innova Market Insights para orientar o desenvolvimento de produtos em 2026.

A Innova Market Insights, referência global em inteligência de mercado, divulgou oficialmente suas previsões para as tendências de sabores em 2026. O relatório aponta cinco pilares estratégicos que devem orientar a inovação de produtos no próximo ano, refletindo um consumidor cada vez mais interessado em equilibrar experiências multissensoriais, bem-estar emocional e funcionalidade nutricional. No topo das tendências está a Exploração Sensorial, na qual textura e apelo visual deixam de atuar como elementos secundários e passam a ser verdadeiros drivers de valor. De acordo com a Innova, 26% dos consumidores da Geração Z buscam ativamente combinações de sabores surpreendentes e visualmente impactantes. Em paralelo, a tendência Easy Health, Full of Flavor (Saúde Fácil, Cheia de Sabor) impõe um desafio técnico relevante à indústria: como manter a indulgência sensorial em produtos com apelo funcional. Embora mais de 60% dos Millennials e da Geração Z priorizem a ingestão de proteínas, o sabor segue como principal fator de recompra. O relatório indica que o sucesso em 2026 dependerá da capacidade das indústrias de empregar tecnologias de mascaramento (masking) e aromas naturais para neutralizar off-notes de ingredientes funcionais, sem comprometer o perfil sensorial dos produtos. A globalização do paladar avança para o conceito de Cultural Remix, no qual sabores tradicionais são reinterpretados com abordagens contemporâneas. Três em cada cinco consumidores globais demonstram abertura a essas combinações híbridas, impulsionando o desenvolvimento de produtos que unem herança cultural e influências internacionais. Paralelamente, os alimentos consolidam-se como ferramentas de gestão emocional. A tendência My Mood, My Flavor revela que 74% dos consumidores recorrem a alimentos e bebidas para melhorar o humor ou lidar com o estresse. Já o Flavor Fest reforça a importância da inovação orientada por ocasiões de consumo, transformando edições limitadas e sazonais em plataformas estratégicas de experimentação, engajamento e expressão pessoal.

MILKPOINT

NACIONAL

Governador sanciona lei que protege produtores catarinenses e proíbe reconstituição de leite em pó importado em SC

O governador Jorginho Mello sancionou nesta quarta-feira, 21, a lei que proíbe a reconstituição e comercialização de leite em pó importado como leite fluido em Santa Catarina. A medida reforça as políticas públicas do Governo do Estado para fortalecimento da cadeia produtiva leiteira. 

O projeto de Lei é de autoria do deputado estadual Oscar Gutz, com proposta apensada do deputado Altair Silva. A nova legislação impede que o leite em pó estrangeiro seja reconstituído para venda como leite líquido em Santa Catarina. A lei visa manter mais equilíbrio ao mercado, fortalecer a economia regional, produção local e contribuir para a manutenção no meio rural. “A medida fortalece a cadeia produtiva do leite, combate a concorrência desleal e garante mais segurança econômica para milhares de famílias do meio rural. É com firmeza que Santa Catarina irá garantir mais proteção da cadeia leiteira”, declarou o governador Jorginho Mello. Santa Catarina é o 4º maior produtor de leite do país, são mais de 24,5 mil produtores. Em 2024, o Estado alcançou 3,3 bilhões de litros produzidos, o equivalente a 9% da produção nacional. “Essa medida irá incentivar o consumo de leite produzido pelos produtores e laticínios de Santa Catarina. É mais uma ação importante para ampliarmos as condições de permanência na atividade e valorizar toda a cadeia produtiva”, afirmou o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária em exercício, Admir Dalla Cort, que representou o secretário Carlos Chiodini no ato. Com o objetivo de assegurar a competitividade do setor leiteiro em Santa Catarina, os produtores de leite podem contar com programas do Governo do Estado. O Programa Leite Bom SC compreende linhas para subsidiar juros de empréstimos bancários e conceder financiamentos, sem juros, para investimentos em processos produtivos. Esse programa também contempla a execução medidas como incentivos tributários à indústria leiteira catarinense de maneira escalonada e a suspensão de benefícios para a importação de leite e derivados. A cadeia leiteira também conta com o Programa Terra Boa, para melhoria das pastagens e aumentar a produtividade. Além disso, o leite produzido em Santa Catarina também segue rigorosos controles de qualidade, inspeção e rastreabilidade.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS SECOM/SC

INTERNACIONAL

Lactalis retira lotes de leite infantil do mercado em vários países, cinco da América Latina

Na região, as retiradas atingem Chile, Colômbia, Equador, México e Peru; Brasil não está na lista

Retirada ocorre devido à possível presença de cereulida, substância que pode provocar diarreia e vômitos

O gigante mundial Lactalis anunciou, na quarta-feira (21), a retirada de lotes de leite infantil em 18 países e territórios, entre eles cinco da América Latina, devido à possível presença de uma substância que pode provocar vômitos e diarreia. A empresa francesa, líder mundial do setor lácteo, informou em comunicado a “presença potencial” de cereulida, uma substância de origem bacteriana. Sem revelar o nome, a Lactalis apontou um “fornecedor internacional que fornece ARA”, um ácido da família dos ômegas que integra a composição de alguns leites infantis. Dezoito países e territórios, “especialmente na América Latina”, seriam afetados por essas retiradas. Na região, as retiradas atingem Chile, Colômbia, Equador, México e Peru. Também foram afetados Espanha, Austrália, China, Congo, Madagascar, Uzbequistão, Geórgia, Grécia, Kuwait, República Tcheca, Taiwan, além da França e de seu território da Polinésia Francesa, detalhou a Lactalis à AFP. Em todos os países, trata-se de “alguns lotes”, acrescentou a empresa, sem especificá-los por enquanto. A retirada ocorre após um alerta da “associação profissional francesa para a nutrição infantil”, explica a Lactalis. Embora as primeiras análises “tenham apresentado resultados conformes”, análises complementares “realizadas sobre o produto reconstituído”, ou seja, a mamadeira preparada, “revelaram a presença de cereulida”, precisou o grupo, que decidiu pela retirada “por precaução”.  Até o momento, não houve reclamações nem notificações ligadas ao consumo desses produtos por parte das autoridades francesas. O setor lácteo foi abalado nas últimas semanas por retiradas de leites infantis em vários países, devido à presença potencial de cereulida. A agência alimentar de Singapura anunciou em 17 de janeiro a retirada de leites infantis da marca Dumex, adquirida em 2022 pela Danone. No início de janeiro, a Nestlé também retirou lotes de leite infantil de dezenas de mercados, entre eles Argentina, Brasil, Chile, México, Paraguai, Peru e Uruguai, pela presença da mesma substância.

FOLHA DE SÃO PAULO

ECONOMIA

Dólar cai mais de 1% sob influência do exterior e do fluxo para a bolsa

O dólar fechou a quarta-feira em baixa firme ante o real, superior a 1%, em meio ao recuo da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes no exterior e ao fluxo de investimentos estrangeiros para a bolsa brasileira.

O dólar à vista encerrou o dia em baixa de 1,10%, aos R$5,3209, na menor cotação de fechamento desde 4 de dezembro do ano passado, quando atingiu R$5,3103. Em 2026, a divisa acumula queda de 3,06%. Às 17h05, o dólar futuro para fevereiro — atualmente o mais negociado no Brasil — cedia 1,12% na B3, aos R$5,3320. No exterior, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a defender que o país passe a controlar a Groenlândia, hoje ligada à Dinamarca, mas abrandou a retórica ao descartar o uso da força para isso. “As pessoas pensaram que eu usaria a força, mas eu não preciso usar a força”, disse Trump na reunião anual do Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça. “Eu não quero usar a força. Eu não usarei a força.” O discurso de Trump fez o dólar recuperar um pouco de força ante as divisas fortes no exterior, como o euro e o franco suíço, após a aversão a ativos norte-americanos vista nos últimos dias. Em relação às moedas de países emergentes, o discurso mais brando de Trump na quarta-feira pesou sobre o dólar, que teve baixas firmes ante o real, o peso chileno, o peso mexicano e o rand sul-africano, entre outros. No Brasil, o forte fluxo de recursos estrangeiros para a bolsa de valores acentuou o viés negativo, conforme profissionais ouvidos pela Reuters. Durante a tarde, o Ibovespa superou os 170 mil pontos pela primeira vez na história. Durante a tarde, dados do Banco Central corroboraram a percepção recente de forte entrada de recursos no Brasil. O país registrou fluxo cambial total positivo de US$1,544 bilhão em janeiro até o dia 16, em movimento puxado pela via financeira, que acumula entradas líquidas de quase US$3 bilhões este ano, conforme o BC. Somente na última sexta-feira, dia 16, entraram no país pelo canal financeiro US$1,674 bilhão. Os agentes também estiveram atentos na quarta-feira à política. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), cancelou a visita que faria na quinta-feira ao ex-presidente Jair Bolsonaro, preso em Brasília. O cancelamento levantou dúvidas sobre as articulações da direita para as eleições de outubro. A possibilidade de Tarcísio ser candidato à Presidência diminuiu após Bolsonaro apoiar seu filho Flávio, senador pelo PL, no fim do ano passado. No entanto, Tarcísio segue como nome preferido da Faria Lima. Pela manhã, pesquisa da Atlas mostrou que Lula lidera com folga todos os cenários de primeiro turno para eleição e mantém a dianteira nas simulações de segundo turno. Sem efeitos diretos no câmbio, o Banco Central decretou pela manhã a liquidação extrajudicial da Will Financeira, controlada pelo Banco Master, também em liquidação.

REUTERS

Ibovespa dispara mais de 3%, renova máximas e encosta em 172 mil pontos com estrangeiros

O Ibovespa fechou em forte alta na quarta-feira, renovando máximas e encostando nos 172 mil pontos, em movimento puxado principalmente por fluxo estrangeiro, com ações blue chips como Itaú Unibanco e Vale renovando seus topos históricos.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 3,33%, a 171.816,67 pontos, novo recorde de fechamento, perto do topo da sessão, a 171.969,01, nova máxima intradia. Apenas nesta sessão, foram superadas pela primeira vez as marcas de 167 mil, 168 mil, 169 mil, 170 mil e 171 mil pontos. A mínima do pregão foi registrada na abertura, quando o Ibovespa marcou 166.277,91 pontos. O volume financeiro somou R$43,32 bilhões, bem acima da média do ano, de R$28,99 bilhões. De acordo com analistas e estrategistas, fatores globais seguem como protagonistas para o desempenho positivo do Ibovespa, com destaque para realocação de capital de mercados desenvolvidos, principalmente Estados Unidos, para emergentes. Esse movimento, que também se observou no ano passado, reflete uma busca por diversificação geográfica diante do aumento das tensões geopolíticas e preocupações em torno da política comercial dos Estados Unidos. Apenas em 2026, o Ibovespa já acumula alta de 6,64%. De acordo com dados da B3, no ano, a bolsa registra uma entrada líquida de estrangeiros de R$7,6 bilhões até o dia 19. Para estrategistas do JPMorgan, 2026 pode ser mais um ano com fortes fluxos de capital externo para as ações brasileiras. Além dos fatores externos, citam que o ciclo de afrouxamento monetário esperado no Brasil adiciona outra camada de otimismo. “Há uma grande dependência dessa valorização pelo fluxo estrangeiro significativo ingressando em nosso país”, disse o assessor de investimentos Cristiano Henrique Luersen, sócio da Wiser Investimentos. Luersen reforçou que questões globais macro, em especial geopolíticas, têm promovido uma saída significativa de capital da Europa e dos EUA. “Esse movimento de saída para mercados emergentes começou e veio para ficar”, acrescentou. O Ibovespa acelerou a alta à tarde, acompanhando a melhora dos pregões em Wall Street, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recuar abruptamente das ameaças de impor tarifas como alavanca para tomar a Groenlândia. Na sua plataforma Truth Social, Trump citou o arcabouço de um futuro acordo com relação à Groenlândia e à região do Ártico, acrescentando que, assim, não irá impor as tarifas que estavam programadas para entrar em vigor em 1º de fevereiro. Em Nova York, o S&P 500 fechou em alta de mais de 1%.

REUTERS

Brasil tem fluxo positivo de US$1,544 bi no ano puxado por entradas financeiras

O Brasil registrou fluxo cambial total positivo de US$1,544 bilhão em janeiro até o dia 16, em movimento puxado pela via financeira, que acumula entradas líquidas de quase US$3 bilhões este ano, informou na quarta-feira o Banco Central.

Os dados mais recentes são preliminares e fazem parte das estatísticas referentes ao câmbio contratado. Pelo canal financeiro, houve entradas líquidas de US$2,939 bilhões em janeiro até o dia 16. Por este canal são realizados os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, as remessas de lucro e o pagamento de juros, entre outras operações. Pelo canal comercial, que contabiliza exportações e importações, o saldo de janeiro até o dia 16 foi negativo em US$1,395 bilhão. Na semana passada, de 12 a 16 de janeiro, o fluxo cambial total foi positivo em US$2,215 bilhões, sendo que a via financeira foi o destaque, com entrada líquida de US$2,524 bilhões. Somente na última sexta-feira, dia 16, entraram no país pelo canal financeiro US$1,674 bilhão. Este movimento ocorre em meio a relatos no mercado, nos últimos dias, de forte fluxo de investimentos para o Brasil, em especial para a bolsa, que segue sendo considerada atrativa pelos investidores estrangeiros. Na semana passada, a via comercial registrou saída líquida de US$309 milhões.

REUTERS

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